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<title>Psicologia Clínica</title>
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<updated>2026-04-03T05:32:55Z</updated>
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<title>Fatores psicossociais que condicionam a qualidade de vida das crianças com cardiopatia congénita: Revisão Sistemática da Literatura</title>
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<name>Saraiva, Júlia Sofia Silva</name>
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<updated>2018-09-03T13:17:37Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fatores psicossociais que condicionam a qualidade de vida das crianças com cardiopatia congénita: Revisão Sistemática da Literatura
Saraiva, Júlia Sofia Silva
As cardiopatias congénitas podem ser designadas como sendo alterações que ocorrem durante a gestação na formação do coração, assim como nos vasos sanguíneos, provocando malformações cardíacas. Com o aumento crescente da esperança média de vida, e da morbilidade associada, torna-se necessário avaliar os fatores psicossociais inerentes à qualidade de vida. &#13;
Objetivo: Identificar quais os fatores psicossociais que influenciam na qualidade de vida dos adolescentes com cardiopatia congénita, e tentar identificar a influência dessas variáveis no ajustamento e bem-estar. &#13;
Metodologia: Foi efetuada pesquisa nas bases de dados eletrónicas: CINAHL (with full text); MEDLINE (witf full text); BIOMED (with full text); PUBMED (with full text), (via EBSCO), com palavras chave: : “Congenital heart disease”; “quality of life”; “Psychosocial”; “Psychiatric morbidity”; “social support”; “children”; “adolescents”; “adjustment”; “family aspects”. A pesquisa inclui artigos em Inglês, publicados desde o ano 2000. Durante a fase de revisão e aplicação dos critérios de inclusão e avaliação crítica inclui-mos 23 artigos de um total de 80. Exclui-se os artigos tendo em conta os critérios de elegibilidade, pertinência em relação ao tópico e antiguidade. &#13;
Resultados: Dos 23 artigos analisados torna-se evidente que os adolescentes com cardiopatia congénita apresentam um ajustamento emocional alterado, com uma propensão para a psicopatologia, possibilidade de ocorrência de défices cognitivos, alterações da perceção da imagem corporal, limitações ao nível do exercício físico, progressão social mais lenta para a idade adulta, relações interpessoais afetadas, tendo em conta diversos fatores: nível socioeconómico e educacional da família, e severidade da doença.
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Validação da versão Portuguesa do Addenbrooke Cognitive Examination-III numa amostra de participantes saudáveis e com défice cognitivo ligeiro</title>
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<name>Macedo, Carla Isabel Costa</name>
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<updated>2018-09-03T14:42:30Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Validação da versão Portuguesa do Addenbrooke Cognitive Examination-III numa amostra de participantes saudáveis e com défice cognitivo ligeiro
Macedo, Carla Isabel Costa
Backgroung: A deterioração ligeira da memória e de outras funções cognitivas é, desde há muito tempo, aceite como uma parte normal do envelhecimento. O DCL é uma entidade clínica que se carateriza por um estado de transição entre o envelhecimento dito normal e o envelhecimento patológico. A avaliação funcional destes doentes é imprescindível para a realização do diagnóstico rigoroso e precoce de DCL. &#13;
	Objetivos: O presente estudo tem como objetivos: Determinar a consistência interna do ACE-III; Determinar a validade discriminativa (sensitividade e especificidade) da prova comparando-a com a de outra prova comumente utilizada (o Montreal Cognitive Assessment) na deteção de defeito cognitivo ligeiro; Determinar a validade concorrente e a validade divergente do ACE-III.&#13;
	Métodos: O estudo envolveu uma amostra de 29 doentes com diferentes tipos de DCL e 32 participantes cognitivamente incólumes. Em conjunto com o ACE-III, foram aplicados o Montreal Cognitive Assessemente (MoCa) e a Geriatric Depression Scale (GDS).&#13;
	Resultados: O ACE-III apresenta um valor de consistência interna razoável (α=.795). Constatamos que a área sob a curva dos dois testes é significativa, embora seja superior no ACE-III.&#13;
	Conclusão: Este estudo mostra que a versão Portuguesa do ACE-III é capaz de detectar pacientes com comprometimento cognitivo no DCL e de diferenciá-los de pacientes sem comprometimento cognitivo baseado no seu estado cognitivo geral.
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Morbilidade Psiquiátrica em Adolescentes e Jovens Adultos com Cardiopatias Congénitas</title>
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<name>Silva, Tânia Sofia Carvalho da</name>
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<id>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2552</id>
<updated>2018-07-31T10:53:19Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Morbilidade Psiquiátrica em Adolescentes e Jovens Adultos com Cardiopatias Congénitas
Silva, Tânia Sofia Carvalho da
Avaliar a morbilidade psiquiátrica em adolescentes e jovens adultos com Cardiopatias Congénitas e determinar quais os preditores de psicopatologia.&#13;
Procedimento: Participaram no estudo 415 adolescentes e jovens adultos, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos de idade. A amostra foi dividida em dois grupos, o grupo de doentes (335 participantes, dos quais 187 são do sexo masculino e 148 do sexo feminino) e o grupo de controlo (80 participantes, dos quais 35 são do sexo masculino e 45 do sexo feminino). &#13;
Foram recolhidos os dados demográficos e clínicos mais relevantes para o estudo e foi aplicado num único momento, um protocolo que incluiu um conjunto de instrumentos. O referido protocolo compreendeu uma entrevista semiestruturada, questionário de avaliação da personalidade (NEO-FFI), entrevista psiquiátrica estandardizada (SADS-L), questionário de avaliação da qualidade de vida (WHOQOL-BREV) e questionários de avaliação do ajustamento psicossocial na forma de autorrelato (YSR, ASR) e relato dos cuidadores (CBCL, ABCL). Ao nível dos domínios cognitivos, foi aplicado o teste Código (parte B) e Memória de Dígitos (direto e inverso) da WISC-III, Figura Complexa de Rey (cópia e memória), Procura da Chave da BADS-C, Stroop (três lâminas), Trail Making Test (parte A e B) e a subprova, Memória Lógica da WMS-III. &#13;
Resultados: Identificamos uma prevalência de psicopatologia de 18,4% nos doentes com Cardiopatia Congénita. A diferença entre géneros é estatisticamente significativa (X2 = 8.112; p = 0.021) sendo que, as mulheres apresentam mais psicopatologia (10,6%).&#13;
Verificou-se uma diferença estatisticamente significativa entre doentes com psicopatologia e doentes sem psicopatologia em relação ao traço de personalidade Abertura à Experiência (p= 0,001).&#13;
Concluiu-se que existem diferenças estatisticamente significativas entre doentes com psicopatologia e doentes sem psicopatologia em relação ao CBCL externalização (p=0,022) e internalização (p=0,000); ABCL externalização (p=0,020) e internalização (p=0,019); YSR externalização (p=0,001) e internalização (p=0,000) e ASR internalização (p=0,036).&#13;
Nos domínios cognitivos, verificou-se que existem diferenças significativas entre doentes com psicopatologia e doentes sem psicopatologia ao nível Executive (p=0,025).&#13;
Conclusão: O traço de personalidade Abertura à Experiência (β = -0,016; t = -2,973; p = 0.003) é um preditor de morbilidade psiquiátrica.
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Preditores do desempenho neurocognitivo em Adolescentes e Jovens Adultos com Cardiopatias Congénitas</title>
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<name>Araújo, Sara Filipa Oliveira</name>
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<id>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2551</id>
<updated>2018-07-31T10:50:24Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Preditores do desempenho neurocognitivo em Adolescentes e Jovens Adultos com Cardiopatias Congénitas
Araújo, Sara Filipa Oliveira
O principal objetivo desta investigação é estudar o desempenho neurocognitivo em adolescentes e jovens adultos com Cardiopatias Congénitas Cianóticas e Acianóticas. O estudo efetuado torna-se relevante na medida em que permitirá uma caraterização ao nível neurocognitivo de adolescentes e jovens adultos com CC, e assim compreender quais os preditores de um mau desempenho neurocognitivo. A pertinência da investigação é ainda reforçada pela identificação de diferentes fenótipos relativamente ao desempenho neurocognitivo.&#13;
Metodologia: A amostra é constituída por 415 pacientes de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos de idade divididos em dois grupos. O grupo de doentes é composto por 335, dos quais apenas 217 dos pacientes estudados completaram a avaliação neuropsicológica, destes 82 têm CC cianótica e 135 CC acianótica. Este grupo está ainda dividido por três subgrupos de CC, designadamente, TGV (N=36), TF (N=71) e CIV (N=88). O grupo de controlo foi composto por 80 dos quais 35 são do sexo masculino e 45 do sexo feminino com idades compreendias entre os 12 e os 19. Foram recolhidos os dados clínicos mais relevantes e foi aplicado um conjunto de instrumentos num único momento temporal, constituído por uma entrevista semiestruturada, um questionário da personalidade (NEO-FFI), uma entrevista psiquiátrica estandardizada (SADS-L), questionários para avaliar o ajustamento psicossocial na forma de autorrelato (YSR, ASR) e relato dos cuidadores (CBCL, ABCL), e um questionário que avalia a qualidade de vida (WHOQOL-BREV). Foi também recolhida informação sobre os domínios cognitivos avaliados pelo Trail Making Test versões A e B, Memória Lógica, Memória de Dígitos (sentidos direto e inverso) e Pesquisa de Símbolos de Wechsler, procura da chave da BADS, Figura Complexa de Rey e o Teste de Cores e Palavras.&#13;
Resultados: Verificou-se que o grupo de controlo teve significativamente melhores resultados em todas as provas neuropsicológicas aplicadas e que a cardiopatias acianóticas apresentam melhores resultados nas provas do que a cardiopatias cianóticas. Encontrou-se correlações estatisticamente significativas entre o domínio cognitivo memory e os anos de escolaridade (p=0.031), entre o domínio cognitivo speed e a idade (p=0.014) e os anos de escolaridade (p=0.00), entre o domínio cognitivo attention e a idade (p=0.004), entre o domínio cognitivo executive e os anos de escolaridade (p=0.044) e o perímetro (p=0.016), e por último entre o domínio cognitivo visuoconstructive e os anos de escolaridade (p=0.006), o perímetro (p=0.026), o peso (p=0.051) e o comprimento (0.012). Podemos verificar que existem diferenças estatisticamente significativas entre o diagnóstico principal em relação aos domínios cognitivos memory (p=0.009) e speed (p=0.026). Foram identificados três fenótipos neurocognitivos nos pacientes com CC e verificou-se que os clusters 2 e 3 tem mais pacientes cianóticos. Verificou-se diferenças estatisticamente significativas entre as variáveis, anos de escolaridade (p=0.037), comprimento (p=0.033), perímetro (p=0.019), nº de intervenções (p=0.004) e nº de reprovações (p=0.000) nos diferentes clusters. É verificado diferenças estatisticamente significativas em todos os domínios cognitivos quanto aos diferentes clusters. Podemos verificar que existem diferenças estatisticamente significativas entre o cluster 3 em relação aos outros em relação ao Ysr externalização e o Asr internalização. Em relação aos traços de personalidade encontrou-se diferenças significativas entre os clusters no neuroticismo (p=0.020), extroversão (p=0.001) e responsabilidade (p=0.045), sendo o cluster 3 o que apresenta maiores valores de neuroticismo e o cluster 1 de extroversão e responsabilidade. Em relação aos domínios da qualidade de vida e a morbilidade psiquiátrica não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas. &#13;
Conclusão: Ter uma cardiopatia cianótica, ter um pequeno perímetro ao nascimento e ter menos anos de escolaridade são os principais preditores de um pior desempenho neurocognitivo. O cluster 3, onde estão incluídos os participantes mais prejudicados a nível neurocognitivo são os pacientes com pior ajustamento psicossocial, pior qualidade de vida e os que têm os traços de personalidade mais desajustados
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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