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<title>Técnicas Cardiológicas</title>
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<title>Investigação da variabilidade da captação miocárdica de 18F-FDG em doentes oncológicos em relação ao mapeamento normal de 18F-FDG no fígado</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2149</link>
<description>Investigação da variabilidade da captação miocárdica de 18F-FDG em doentes oncológicos em relação ao mapeamento normal de 18F-FDG no fígado
Pinheiro, Teresa Ferreira Ledo Veiga
Propósito do estudo: Com o aumento da utilização da tomografia por emissão de positrões acoplada à tomografia computadorizada (PET/TC), com 18F-2-deoxi-2-flúor-D-glicose (18F-FDG) na imagem oncológica, é importante estar ciente de que a avaliação da captação de 18F-FDG é variável. Desta forma, a exatidão da interpretação dos estudos PET/TC é comprometida. O metabolismo miocárdico humano apresenta-se com uma elevada variabilidade tanto fisiológica como condicionada por situações fisiopatológicas onde surgem controvérsias.  A  PET/TC  torna-se  então  atrativo  devido  à  sensibilidade    e&#13;
especificidade elevada no diagnóstico. Este estudo teve como objetivos verificar a variabilidade da captação de 18F-FDG no miocárdio e relacioná-la com a captação no tecido hepático e com os focos de captação anormal do radiofármaco. Adicionalmente pretendeu-se mapear a captação 18F-FDG no fígado, no pulmão e na medula óssea.&#13;
Métodos: O presente estudo de tipo prospetivo foi realizado numa população constituída por 135 de utentes para diagnóstico e/ou prognóstico tumoral. Todos os indivíduos realizaram estudos PET/TC de corpo inteiro com 18F-FDG  entre 7 de novembro de 2011 e 31 de janeiro de 2012. Os dados para&#13;
cada indivíduo nomeadamente: idade (anos), índice de massa corporal (IMC em kg/m2), glicemia sanguínea (mg/dl), tempo de jejum (horas), presença de diabetes Mellitus (DM), tratamento para a diabetes (se com insulina ou se só antidiabéticos orais) e toma do sedativo (diazepam) no momento do estudo PET/TC, foram anotados. Em todos os estudos PET/TC e sobre ROI`s (região de interesse) obtiveram-se os dados quantitativos de standardized uptake values médios e máximos (SUVméd e SUVmáx, respetivamente) para os tecidos cardíaco, hepático, pulmonar e para a medula óssea em cortes transaxiais. Realizou-se a média dos SUVs obtidos para uso na análise estatística. Os dados qualitativos foram obtidos visualmente relativos à análise miocárdica comparada com a hepática e aos focos de captação anormal presentes no organismo de cada indivíduo.&#13;
 &#13;
&#13;
Resultados: A amostra foi constituída por 78 homens e 57 mulheres com idades entre os 17 e os 85 anos. Os SUVméd e SUVmáx seguiram a mesma tendência, pelo que só se utilizou o SUVméd nas restantes análises de relação de variáveis. Os testes não paramétricos entre a captação miocárdica de 18F- FDG e as variáveis antropométricas (idade: p=0,14; sexo: p=0,06), clínicas (IMC: p=0,29; DM: p=0,74; tratamento para a DM: p=0,51) e respeitantes ao protocolo  18F-FDG-PET/TC  (glicemia:  p=0,75;  diazepam:  p=0,14;  tempo  de&#13;
jejum: p=0,35) não apresentaram relações estatisticamente significativas. A relação da captação miocárdica visual relativamente à do fígado com o SUVméd miocárdico apresenta um p&lt;0,001 mas com um coeficiente de correlação de -0,14 entre o SUVméd miocárdico com o SUV médio no fígado. As variáveis referentes ao número, localização e intensidade dos focos de captação anormal não se relacionaram significativamente com o SUVméd no&#13;
miocárdio. Da análise de regressão linear multivariada entre o SUVméd e as variáveis antropométricas, clínicas e relativas ao protocolo 18F-FDG-PET/TC, apenas a idade e o IMC mostraram associação com o SUVméd do fígado (N=131; R2=0,18; idade: p=0,008 e índice de correlação de 0,24; IMC:  p=0,0002 e índice de correlação de 0,33) e o IMC ao SUVméd do pulmão (R2=0,24; p=0,0001 e índice de correlação de 0,49). Por fim, foram encontrados intervalos preditivos (Prediction Intervals - PI) para os SUVméd e SUVmáx no pulmão, medula óssea e fígado.&#13;
Conclusão: Este estudo permitiu verificar relativamente à variabilidade da captação miocárdica, a não existência de relação estatisticamente significativa entre a captação fisiológica miocárdica de 18F-FDG e as variáveis em estudo. O&#13;
fígado não foi convincente no que respeita à capacidade preditora para a captação miocárdica. A captação hepática correlacionou-se positivamente com o IMC e com a idade dos indivíduos e a captação pulmonar apenas com o IMC. O fígado foi o órgão de maior captação, seguido da medula óssea e por fim o pulmão com menor captação.
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2148">
<title>O eletrocardiograma em geriatria: principais alterações eletrocardiográficas</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2148</link>
<description>O eletrocardiograma em geriatria: principais alterações eletrocardiográficas
Correia, Cristina Silva Castro
O aumento do número de idosos tem despertado nos investigadores o interesse pelas&#13;
modificações decorrentes do envelhecimento, sendo que uma atenção especial tem sido dirigida aos&#13;
processos que envolvem o coração, dada a alta prevalência de distúrbios cardiovasculares na faixa&#13;
etária em questão. Objetivos: Este estudo teve como objetivo avaliar as diversas alterações a que&#13;
as várias ondas e intervalos eletrocardiográficos estão sujeitos com o processo normal do&#13;
envelhecimento. Foi ainda analisada a incidência dos achados eletrocardiográficos mais comuns&#13;
aquando da realização de eletrocardiogramas em idosos. Metodologia: Amostra constituída por&#13;
500 indivíduos de sexo e idades pré-definidos, segundo critérios de seleção. Além da evidente&#13;
divisão por escalões etários, os indivíduos foram igualmente repartidos por sexo. Registadas as&#13;
métricas e os achados eletrocardiográficos da amostra e cruzados com os escalões etários e sexos,&#13;
passei à análise estatística das variações dos mesmos. Resultados: Os graus de dispersão das&#13;
diferentes métricas eletrocardiográficas relativamente à média são praticamente idênticos em&#13;
ambos os sexos. Quanto à relação entre escalões etários e métricas eletrocardiográficas, com&#13;
avanço da idade a Duração do Intervalo PR sofre um prolongamento, a Duração do complexo QRS&#13;
não mostra relação significativa com a idade, e o Grau do eixo QRS desloca-se progressivamente&#13;
para a esquerda. No que respeita à relação entre sexos e achados eletrocardiográficos, existe&#13;
alguma divergência na quantidade de alterações eletrocardiográficas entre sexos, 56% para os&#13;
homens e 44% para as mulheres. Quanto à relação entre escalões etários e achados&#13;
eletrocardiográficos, considerando a totalidade das alterações, independentemente da sua&#13;
ponderação, a incidência das alterações eletrocardiográficas aumenta com a idade. Conclusão: As&#13;
manifestações cardiovasculares aumentam devido às alterações anatómicas e funcionais próprias do&#13;
avanço da idade. Pode dizer-se que o “coração do idoso” se caracteriza, do ponto de vista&#13;
eletrocardiográfico, por Intervalo PR Prolongado, Desvio Esquerdo do Eixo, Alterações&#13;
Inespecíficas da Repolarização Ventricular e maior propensão a alterações patológicas como a&#13;
Fibrilação Auricular e o Bloqueio Completo do Ramo Esquerdo. Devem ser alvo de especial&#13;
avaliação, os doentes idosos com as alterações cardíacas mais prevalentes, a fim de se evitar a&#13;
evolução rápida das mesmas e propiciar melhor qualidade de vida
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2065">
<title>Prevalência de cardiopatias numa população idosa (Lares de Santa Casa de Misericórdia do Porto)</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2065</link>
<description>Prevalência de cardiopatias numa população idosa (Lares de Santa Casa de Misericórdia do Porto)
Vieira, Susana Carolina da Silva
Em Portugal, à semelhança de outros países a população idosa tem vindo a aumentar ao longo dos anos. Esta transição demográfica deve-se sobretudo á diminuição da taxa de natalidade, ao decréscimo progressivo das taxas de mortalidade e ao aumento da esperança média de vida. Na medida em que mais pessoas vivem até idades mais bem avançadas, aumenta a prevalência de doenças em que idade é fator de risco, como por exemplo, as doenças cardiovasculares, tornando necessário melhor conhecimento científico das mesmas e a sua apresentação clínica nessa faixa etária. Um dos objetivos principais deste trabalho foi de verificar a prevalência de cardiopatias numa população idosa, utilizando o electrocardiograma e o ecocardiograma, verificando a sua sensibilidade e especificidade e analisando os fatores de riscos. Para isto, desenvolveu-se um estudo retrospectivo e observacional envolvendo 145 pacientes com idades compreendidas 65 aos 101 anos inclusive, dos quais 84,1% pertenciam ao sexo feminino e 15,9% do sexo masculino. Nesta amostra os idosos formam um grupo heterogêneo com grandes diferenças em relação á gravidade da doença, estado funcional, função cognitiva, necessidades psicossociais e utilização da assistência médica. A alteração electrocardiográfica mais frequentemente encontrada, neste estudo, foram a nível do ritmo cardíaco 20,1% as alterações da condução 18,7% e as alterações de natureza isquémica 16,6%. No estudo ecocardiografico foram detetadas alterações a nível da válvula aórtica (86,9%), da função sistólica biventricular (83,5%), da válvula mitral (42,1%) e aurícula esquerda (38,6%). Estas alterações foram mais encontradas no sexo feminino e na A utilização destes dois meios de diagnóstico que se complementam um ao outro, têm sensibilidade e especificidades diferentes, havendo situações em que não existe alterações a nível do electrocardiograma e sim a nível do ecocardiograma e vice-versa. Em relação aos fatores de risco o mais predominante foi a hipertensão arterial 63,4%, de seguida 46,2% de sedentarismo, 31,7% de dislipidemias, 20,0% de diabetes mellitus, de 13,1% de obesidade e por último 1,4% de tabagismo. Com isto, é de fundamental interesse, que haja uma intervenção profilática e adequada, distinguindo assim as patologias cardíacas decorrentes do processo natural de envelhecimento e as que são adquiridas ao longo da vida, estas por desadequados procedimentos evitáveis.faixa etária &gt; 85anos.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2064">
<title>A importância de novas técnica na avaliação da função ventricular esquerda em doentes com carcinoma da mama sob tratamento com transtuzunab</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2064</link>
<description>A importância de novas técnica na avaliação da função ventricular esquerda em doentes com carcinoma da mama sob tratamento com transtuzunab
Queirós, Sofia Cláudia Pereira
O cancro da mama é uma das neoplasias mais frequentes em Portugal e cerca de 25 por cento (%) dos doentes com esta neoplasia apresentam sobrexpressão do recetor HER2 (Human Epidermal Growth Fator Recetor-type&#13;
2), associando-se a um fenótipo mais agressivo e a uma sobrevivência diminuída. O fármaco Herceptin® contém a substância ativa trastuzumab, um anticorpo monoclonal humanizado que é concebido para se ligar seletivamente ao domínio extracelular da proteína HER2, inibindo o crescimento das células tumorais HER2 positivas. Este fármaco pode ser usado no tratamento do cancro da mama quer numa fase precoce da doença, quer numa fase já mais avançada da mesma como no caso da metastização. A sua utilização tem levado a um importante aumento da sobrevida e qualidade de vida destes doentes. No entanto, apresenta, entre outras, uma importante reação adversa, a cardiotoxicidade, que poderá desencadear insuficiência cardíaca, especialmente quando estes doentes foram submetidos a terapia prévia com antraciclinas, pois estas provocam danos irreversíveis no tecido miocárdico. Torna-se, portanto, mandatória a avaliação seriada da função sistólica do ventrículo esquerdo nestes doentes com cancro da mama sob tratamento com trastuzumab. Esta avaliação é normalmente efetuada recorrendo à ecocardiografia bidimensional, através do cálculo da fração de ejeção pelo método de Simpson ou recorrendo a técnicas nucleares. As limitações da fração de ejeção como uma medida precisa da função sistólica do ventrículo esquerdo são bem conhecidas. Atualmente, dispomos de novas técnicas de imagem ecocardiográficas em bidimensional e tridimensional, como o Doppler tecidular (pulsado, cor, strain e strain rate) e speckle tracking (strain e strain&#13;
rate), que visam melhorar a capacidade de análise quantitativa da função cardíaca sisto-diastólica. Com a realização deste trabalho pretende-se, através de um estudo prospetivo, avaliar a precocidade das novas técnicas de imagem na deteção de disfunção sistólica do ventrículo esquerdo em comparação com o método de quantificação convencional, num grupo de doentes com cancro da mama HER2 positivo.&#13;
Métodos: realização de ecocardiogramas seriados (n= 22) em 11 mulheres (50 ± 9 anos) com cancro da mama HER2 positivo e indicação para terapia com trastuzumab. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) foi avaliada através do ecocardiograma bidimensional e tridimensional (2D e 3D) e a deformação miocárdica (strain e strain rate) foi avaliada pelo speckle tracking (nos planos longitudinal e radial) e por uma técnica inovadora e muito recente o ecocardiograma 3D strain (nos planos longitudinal, radial e circunferencial). Os valores ecocardiográficos obtidos são comparados antes e após 3 meses sob tratamento com trastuzumab, através do Teste de T-Student para amostras emparelhadas.&#13;
Resultados: da amostra obteve-se um missing em todos os parâmetros avaliados à exceção da FEVE por ecocardiografia 2D e dois missings na avaliação 2D do strain radial, devido à existência de uma paciente com má janela apical e a duas com má janela paraesternal eixo curto. Não houveram mudanças significativas nos parâmetros avaliados durante os primeiros três meses de tratamento.&#13;
Conclusão: pode-se concluir que nos primeiros três meses de tratamento com trastuzumab nenhum dos parâmetros avaliados deteta alterações significativas na função ventricular.
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