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<title>Ciências Farmacêuticas</title>
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<dc:date>2026-04-08T23:07:18Z</dc:date>
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<title>Análise térmica na caracterização de fármacos - Revisão sistemática</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4950</link>
<description>Análise térmica na caracterização de fármacos - Revisão sistemática
Andréo, Pauline Janine Claudette
A análise térmica engloba um conjunto de técnicas físico-químicas que permitem medir alterações em propriedades de uma substância em função da temperatura. No campo farmacêutico, estas metodologias assumem grande importância, pois fornecem dados essenciais sobre estabilidade térmica, transições de fase, polimorfismo, compatibilidade fármaco–excipiente e comportamento de dispersões sólidas amorfas. A Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC) e a Análise Termogravimétrica (TGA) consolidaram-se como as técnicas de referência, mas o avanço de métodos acoplados (TG-FTIR, TG-MS, DSC-XRD) e variantes mais recentes (mDSC, Fast-Scan, nano-TA, microcalorimetria isotérmica) ampliou o alcance da análise térmica, tornando-a indispensável em diferentes etapas do desenvolvimento de medicamentos, desde a triagem inicial até a avaliação de formulações complexas. &#13;
Assim, tentou-se sintetizar criticamente a aplicação de técnicas de análise térmica em Ciências Farmacêuticas, com destaque para a DSC e a TGA, e discutir o valor acrescentado de métodos acoplados e variantes emergentes. &#13;
Para esse fim foi realizada uma revisão sistemática segundo a metodologia PRISMA, incluindo artigos publicados entre 2011 e 2025 em inglês, português e francês. A seleção resultou em 20 estudos originais e de revisão, analisados quanto a técnicas utilizadas, resultados reportados e aplicações principais. &#13;
Através dessa revisão constatou-se que a DSC e a TGA foram as técnicas mais representadas, aplicadas sobretudo em estudos de estabilidade, polimorfismo e compatibilidade fármaco–excipiente. Técnicas complementares como mDSC, Fast-Scan, nano-TA, HS-DSC, microcalorimetria isotérmica e DMA ampliaram a capacidade de inferência em contextos específicos. &#13;
Face a essa diversidade, e apesar de as técnicas consolidadas manterem relevância, a heterogeneidade metodológica limitou a comparabilidade entre estudos. Destacou-se o potencial das abordagens isoconversionais na modelação cinética, bem como o papel da análise térmica na deteção precoce de interações API–excipiente e na avaliação de co- cristais. &#13;
Assim, verificou-se que a análise térmica, quando aplicada de forma criteriosa, é uma ferramenta poderosa para apoiar decisões no desenvolvimento farmacêutico. A padronização de reporte e o alinhamento com normas internacionais são essenciais para maximizar o impacto científico e regulatório.; Thermal analysis comprises a set of physicochemical techniques that measure changes in a substance’s properties as a function of temperature. In the pharmaceutical field, these methods are increasingly important as they provide critical information on thermal stability, phase transitions, polymorphism, drug–excipient compatibility and the behavior of amorphous solid dispersions. DSC and TGA have established themselves as the reference techniques, but the development of coupled methods (TG-FTIR, TG-MS, DSC-XRD) and more recent variants (mDSC, Fast-Scan, nano-TA, isothermal microcalorimetry) has expanded the scope of thermal analysis, making it indispensable across multiple stages of drug development — from early screening to the evaluation of complex formulations. &#13;
Thus, we attempted to critically synthesize the application of thermal analysis techniques in pharmaceutical sciences, with an emphasis on DSC and TGA, and to discuss the added value of coupled and emerging methods. &#13;
To this end, a systematic review was conducted following PRISMA methodology, including articles published between 2011 and 2025 in English, Portuguese and French. The selection resulted in 20 original and review studies, analyzed for techniques used, reported outcomes, and main applications. &#13;
This review found that DSC and TGA were the most widely represented techniques, mainly applied in studies of stability, polymorphism, and drug-excipient compatibility. Complementary approaches such as mDSC, Fast-Scan, nano-TA, HS-DSC, isothermal microcalorimetry and DMA expanded the inferential power in specific contexts. &#13;
Given this diversity, and although established techniques remain relevant, methodological heterogeneity limited comparability across studies. The potential of isoconversional approaches in kinetic modeling was highlighted, as well as the role of thermal analysis in the early detection of API-excipient interactions and the evaluation of cocrystals. &#13;
Thus, it has been shown that thermal analysis, when applied judiciously, is a powerful tool for supporting decisions in pharmaceutical development. Standardizing reports and aligning with international guidelines are essential to maximize scientific and regulatory impact.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/4948">
<title>ENVIRONMENTAL IMPACT OF ORAL ANTICANCER MEDICATIONS (OAMs) CONTAINED IN THE NIOSH LIST OF HAZARDOUS DRUGS USED IN THE TREATMENT OF BREAST CANCER - EUROPEAN AND ASIAN REALITIES</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4948</link>
<description>ENVIRONMENTAL IMPACT OF ORAL ANTICANCER MEDICATIONS (OAMs) CONTAINED IN THE NIOSH LIST OF HAZARDOUS DRUGS USED IN THE TREATMENT OF BREAST CANCER - EUROPEAN AND ASIAN REALITIES
Mahammed, Pierre Norreddine Tarik
Os medicamentos anticancerígenos orais (OAMs) comumente utilizados na terapia do cancro de mama, como Capecitabina, Ciclofosfamida, Metotrexato e Tamoxifeno, estão emergindo como contaminantes de preocupação ambiental devido à sua persistência, metabolismo incompleto e remoção limitada em sistemas convencionais de tratamento de águas residuais. Este estudo avalia o destino ambiental, o comportamento de degradação e os riscos ecotoxicológicos desses compostos, com foco comparativo nos contextos regulatórios europeu e asiático.&#13;
Os resultados revelam que esses compostos apresentam baixa biodegradabilidade e toxicidade variável para espécies aquáticas. A Ciclofosfamida e o Tamoxifeno exibem alta persistência e efeitos de disrupção endócrina, enquanto a Capecitabina e o Metotrexato contribuem para a toxicidade aguda e crônica por meio da geração de produtos de transformação com perigo ambiental igual ou superior. Sua liberação contínua, mesmo em concentrações traço, pode levar a impactos ecológicos cumulativos e de longo prazo, especialmente em regiões que carecem de tecnologias avançadas de tratamento de águas residuais.&#13;
Do ponto de vista regulatório, a União Europeia reforçou recentemente o seu quadro de Avaliação de Risco Ambiental (ERA) por meio de revisões legislativas e políticas atualizadas de proteção da água. No entanto, a implementação da ERA continua inconsistente, e o monitoramento ambiental pós-comercialização ainda é limitado. Em contraste, os países asiáticos enfrentam maiores desafios devido a sistemas regulatórios fragmentados e infraestrutura insuficiente de gestão de resíduos.&#13;
Esta pesquisa destaca a necessidade urgente de modernizar as abordagens da ERA, incorporando modelagem preditiva, monitoramento baseado em efeitos e reavaliação periódica de substâncias de alto risco. Promover o design farmacêutico verde, melhorar a transparência dos dados e fomentar a cooperação internacional dentro de um enquadramento One Health e de ecofarmacovigilância são medidas essenciais para mitigar a poluição farmacêutica e garantir a sustentabilidade ambiental das terapias anticancerígenas.; Oral anticancer medications (OAMs) commonly used in breast cancer therapy such as Capecitabine, Cyclophosphamide, Methotrexate, and Tamoxifen are emerging as contaminants of environmental concern due to their persistence, incomplete metabolism, and limited removal in conventional wastewater treatment systems. This study assesses their environmental fate, degradation behavior, and ecotoxicological risks, with a comparative focus on European and Asian regulatory contexts.&#13;
The results reveal that these compounds exhibit low biodegradability and variable toxicity toward aquatic species. Cyclophosphamide and Tamoxifen display high persistence and endocrine-disrupting effects, while Capecitabine and Methotrexate contribute to acute and chronic toxicity through the generation of transformation products with equal or greater environmental hazard. Their continuous release, even at trace concentrations, may lead to cumulative and long-term ecological impacts, particularly in regions lacking advanced wastewater treatment technologies.&#13;
From a regulatory standpoint, the European Union has recently reinforced its environmental risk assessment (ERA) framework through legislative revisions and updated water protection policies. Nonetheless, ERA implementation remains inconsistent, and post-marketing environmental monitoring is still limited. In contrast, Asian countries face greater challenges due to fragmented regulatory systems and insufficient waste management infrastructure.&#13;
This research highlights the urgent need to modernize ERA approaches by incorporating predictive modeling, effect- based monitoring, and periodic reassessment of high-risk substances. Promoting green pharmaceutical design, improving data transparency, and fostering international cooperation within a One Health and ecopharmacovigilance framework are essential to mitigate pharmaceutical pollution and ensure the environmental sustainability of anticancer therapies.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/4947">
<title>Abordagens terapêuticas não hormonais na gestão sintomatológica da endometriose - Uma revisão</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4947</link>
<description>Abordagens terapêuticas não hormonais na gestão sintomatológica da endometriose - Uma revisão
Galliano, Maud Beatrice
Introdução: A endometriose é uma doença inflamatória crónica e estrogénio-dependente, caracterizada por dor pélvica crónica, dismenorreia, dispareunia e infertilidade, com impacto negativo na qualidade de vida. As terapêuticas hormonais constituem a principal abordagem, mas os seus efeitos adversos, contraindicações e influência na fertilidade limitam a sua utilização. Assim, têm sido estudadas alternativas farmacológicas não hormonais com ação antioxidante, imunomoduladora ou neuromoduladora.&#13;
Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática de acordo com as diretrizes PRISMA 2020, através de pesquisa nas bases PubMed, Cochrane Library e ResearchGate (2015-2025). Foram incluídos ensaios clínicos randomizados, estudos piloto e observacionais envolvendo mulheres com diagnóstico de endometriose. Os desfechos principais foram a intensidade da dor (dismenorreia, dispareunia e dor pélvica crónica), avaliada pelas escalas VAS/NRS, e a qualidade de vida (EHP-30, SF-12v2).&#13;
Resultados: Treze estudos foram incluídos. A suplementação com vitaminas C e E demonstrou redução estatisticamente significativa da dor (em todos os domínios avaliados) e dos biomarcadores de stress oxidativo. A anakinra apresentou melhorias em dimensões psicossociais da qualidade de vida, sem diferenças significativas na intensidade da dor comparativamente ao placebo. Os estudos observacionais com canábis reportaram melhorias na dor, no sono e redução do consumo de analgésicos, mas com limitações metodológicas. Probióticos mostraram benefícios limitados na dor global e diminuição do uso de AINEs, sem resultados consistentes entre grupos. A escetamina foi avaliada como opção emergente para casos refratários, mas a evidência ainda é preliminar. Intervenções como vitamina D isolada, ómega-3, melatonina e curcumina não demonstraram superioridade estatística face ao placebo.&#13;
Conclusão: Algumas terapias não hormonais, em particular a combinação de vitaminas C e E, revelam potencial no alívio sintomático da endometriose. Contudo, a evidência global é limitada e heterogénea. São necessários ensaios clínicos de maior dimensão e qualidade metodológica para validar o papel destas intervenções na prática clínica.; Introduction: Endometriosis is a chronic estrogen-dependent inflammatory disease associated with dysmenorrhea, dyspareunia, chronic pelvic pain, and infertility, significantly impairing quality of life. Hormonal therapy remains the mainstay of treatment, but side effects, contraindications, and impact on fertility often limit its use. Consequently, non-hormonal pharmacological approaches targeting oxidative stress, inflammation, or central sensitization have gained increasing attention.&#13;
Methods: A systematic review was conducted according to PRISMA 2020 guidelines. PubMed, Cochrane Library, and ResearchGate were searched for studies published between 2015 and 2025. Eligible studies included randomized controlled trials, pilot trials, and observational studies involving women with endometriosis. Primary outcomes were pain reduction (dysmenorrhea, dyspareunia, chronic pelvic pain) assessed by Visual Analogue Scale (VAS) or Numeric Rating Scale (NRS). Secondary outcomes included quality of life, measured by the Endometriosis Health Profile-30 (EHP-30) and Short Form-12 (SF-12v2).&#13;
Results: Thirteen studies were included. Combined vitamin C and E supplementation significantly reduced pain across all domains and decreased oxidative stress biomarkers. Anakinra showed improvements in psychosocial dimensions of quality of life, without significant differences in pain intensity compared with placebo. Observational studies on cannabis reported relevant pain relief, better sleep, and reduced analgesic use, but evidence was limited by methodological bias. Probiotics showed modest benefits in overall pain and decreased NSAID use, though without consistent intergroup significance. Esketamine was explored as an innovative option for refractory cases, but evidence remains preliminary. Interventions such as vitamin D alone, omega-3 fatty acids, melatonin, and curcumin did not demonstrate superiority over placebo.&#13;
Conclusion: Some non-hormonal therapies, particularly combined antioxidant therapy with vitamins C and E, show promise for symptom management in endometriosis. However, overall evidence remains limited and heterogeneous. Larger, high-quality randomized trials are required to establish the role of non-hormonal pharmacological interventions in clinical practice.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pharmaceutical Care in Cancer Patients: A Systematic Literature Review</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4946</link>
<description>Pharmaceutical Care in Cancer Patients: A Systematic Literature Review
Briquet, Joséphine Renée Marguerite
Introdução: Os doentes com cancro recebem frequentemente tratamentos farmacológicos complexos e prolongados que podem provocar efeitos adversos significativos e problemas relacionados com os medicamentos (PRM). Estas complicações podem comprometer a adesão à terapêutica e a qualidade de vida. Neste contexto, os cuidados farmacêuticos desempenham um papel crucial na otimização dos resultados e na garantia da segurança dos doentes através de diversas intervenções conduzidas por farmacêuticos.&#13;
Objetivos: Esta revisão sistemática tem como objetivo avaliar o impacto das intervenções lideradas por farmacêuticos na gestão dos sintomas e dos efeitos adversos relacionados com o tratamento em doentes oncológicos, tanto em contexto hospitalar como em farmácias comunitárias.&#13;
Materiais e Métodos: Seguindo as diretrizes PRISMA, foi realizada uma revisão sistemática utilizando as bases de dados PubMed, Cochrane Library e ScienceDirect para identificar estudos publicados entre 2015 e 2025. A estratégia PICOS orientou os critérios de inclusão, concentrando-se em estudos originais que relataram intervenções farmacêuticas para pacientes com cancro. Um total de 19 estudos preencheram os critérios e foram analisados de acordo com o tipo de intervenção e os resultados relatados.&#13;
Resultados: Os estudos selecionados demonstraram que as intervenções conduzidas por farmacêuticos melhoraram significativamente a adesão ao tratamento, reduziram a frequência e a gravidade dos efeitos adversos e contribuíram para um melhor controlo dos sintomas. Foram identificadas cinco categorias principais de intervenções: educação e aconselhamento do doente, seguimento e ajustamento terapêutico, monitorização e gestão dos efeitos adversos, reconciliação e revisão da medicação e intervenções multifacetadas. As abordagens multifacetadas que combinam várias destas estratégias revelaram os benefícios mais abrangentes. A colaboração interprofissional, particularmente com oncologistas, enfermeiros e médicos de família, foi um fator-chave para aumentar a eficácia e a implementação destas intervenções.&#13;
Discussão: Os farmacêuticos desempenham um papel central nos cuidados oncológicos, apoiando a adesão, gerindo os efeitos secundários e garantindo a segurança da medicação. O seu envolvimento melhora os resultados clínicos e a satisfação dos doentes, particularmente quando integrados em equipas multidisciplinares. No entanto, a maioria dos estudos foi realizada em hospitais, o que evidencia uma lacuna na investigação em farmácia comunitária.&#13;
Conclusões: As intervenções de cuidados farmacêuticos proporcionam benefícios clínicos, humanísticos e económicos tangíveis aos doentes com cancro. Para otimizar os cuidados oncológicos, é essencial promover intervenções farmacêuticas estruturadas em todos os contextos de cuidados, especialmente nas farmácias comunitárias, e reforçar a colaboração interprofissional.; Introduction: Cancer patients often receive complex and prolonged pharmacological treatments that can lead to significant adverse effects (AEs) and drug-related problems (DRPs). These complications may compromise therapeutic adherence and quality of life of the patients. In this context, pharmaceutical care plays a crucial role in optimizing clinical outcomes and ensuring patient safety through diverse interventions led by pharmacists.&#13;
Objectives: This systematic review aims to evaluate the impact of pharmacist-led interventions on the management of symptoms and treatment-related adverse effects (AEs) in oncology patients, both in hospital settings and community pharmacies.&#13;
Materials and Methods: Following the PRISMA guidelines, a systematic review was conducted using PubMed, Cochrane Library, and ScienceDirect databases to identify studies published between 2015 and 2025. The PICOS strategy guided inclusion criteria, focusing on original studies that reported pharmaceutical interventions for cancer patients. A total of 19 studies met the criteria and were analysed according to the type of intervention and reported outcomes.&#13;
Results: The selected studies demonstrated that pharmacist-led interventions significantly improved treatment adherence, reduced the frequency and severity of adverse effects, and contributed to better symptom control. Five major categories of interventions were identified: patient education and counselling, therapeutic follow-up and adjustment, monitoring and management of adverse effects, medication reconciliation and review, and multifaceted interventions. Multifaceted approaches combining several of these strategies showed the most comprehensive benefits. Interprofessional collaboration particularly with oncologist, nurses and family doctors, was a key factor enhancing the effectiveness and implementation of these interventions.&#13;
Discussion: Pharmacists play a central role in oncology care by supporting adherence, managing side effects, and ensuring medication safety. Their involvement improves clinical outcomes and patient satisfaction, particularly when integrated into multidisciplinary teams. However, most studies were hospital-based, highlighting a gap in community pharmacy research.&#13;
Conclusions: Pharmaceutical care interventions provide tangible clinical, humanistic, and economic benefits for cancer patients. To optimize oncology care, it is essential to promote structured pharmaceutical interventions across all care settings, especially in community pharmacies, and to strengthen interprofessional collaboration.
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