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<title>Enfermagem Comunitária</title>
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<dc:date>2026-04-03T12:11:00Z</dc:date>
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<title>Um olhar sobre o envelhecimento ativo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2093</link>
<description>Um olhar sobre o envelhecimento ativo
Azevedo, Vera Sofia Monteiro
O envelhecimento é um fenómeno biológico partilhado por todos os seres vivos e segundo Carrilho (2007, p.34) “resulta da incapacidade da grande maioria dos organismos para se manter num estado funcional igual e inalterado, que permita a regeneração contínua de todos os componentes do organismo, à medida que se consomem e degradam”.&#13;
Nesta linha de pensamento, realizamos um estudo exploratório-descritivo de carater transversal, com recurso à metodologia de Planeamento em Saúde, em que se fez um diagnóstico de situação às pessoas com idade igual ou superior a 65 anos do concelho de Felgueiras. Através da aplicação de um questionário seguido da sua análise e da utilização da técnica de priorização – “escala de medida linear”- emergiram vários problemas, sendo considerado o mais prioritário, as quedas.&#13;
Seguidamente traçaram-se os objetivos e desenvolveram-se atividades inerentes ao projeto de intervenção comunitária, intitulado “EnverlheSER Ativo: sem quedas”, cujo objetivo foi, reduzir em 20% as quedas na população com idade igual ou superior a 65 anos que frequenta os centros de dia/convívio em estudo, no concelho de Felgueiras, até 2015.&#13;
Vimos cumpridos os objetivos propostos ao realizar a Intervenção Comunitária com os projetos: “Casa Segura”, “Cuida-te” e “Toca a Mexer para Melhor Envelhecer” e não gostaríamos de terminar este planeamento em saúde sem que esta estratégia de intervenção tenha continuidade na comunidade local, pelo que o apoio da UCC Felgueiras foi e será uma mais valia.
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2092">
<title>Hábitos de higiene corporal e higienização das mãos - um projeto de intervenção em contexto escolar</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2092</link>
<description>Hábitos de higiene corporal e higienização das mãos - um projeto de intervenção em contexto escolar
Neto, Susana dos Santos
A escola é um local propício à interação da comunidade educativa e da comunidade envolvente, o que favorece a aquisição de estilos de vida saudáveis devido ao facto de ser considerado um local seguro e saudável (Ministério da Saúde, 2006). Nesta linha de pensamento, optou-se por direcionar o estudo para os alunos de 5º ano de escolaridade, por se considerar à priori, que esta faixa etária é propícia à aquisição de boas práticas de saúde. Assim, a escola deve ser considerada um local privilegiado para a atuação de profissionais de saúde.&#13;
Nesse sentido, realizou-se um estudo exploratório descritivo, com caráter transversal e com recurso à metodologia do Planeamento em Saúde, que se iniciou no reconhecimento da comunidade e suas características, através da avaliação de necessidades com a aplicação de um questionário a 271 alunos. Após análise e aplicação de técnicas de priorização, selecionaram-se os problemas – hábitos de higiene corporal e medidas de prevenção de infeção. De seguida traçaram-se os objetivos, selecionaram-se as estratégias e desenvolveram-se as atividades inerentes ao projeto “Higienizar é um passo a dar.” Este teve como finalidade promover a integração de hábitos de higiene corporal e boas práticas de higienização das mãos, como medida de promoção da saúde e prevenção da doença, dos alunos do 5º ano de escolaridade das Escolas de Ensino Básico 2º e 3º ciclos de Baltar e Cristelo e restante comunidade escolar, por forma a estes serem agentes promotores de saúde. Com a aplicação dos instrumentos de avaliação, verificou-se que 95% dos alunos adquiriram conhecimentos acerca das temáticas e que 100% dos profissionais se sentem motivados para serem agentes promotores de saúde na higiene corporal e das mãos. &#13;
Numa perspetiva avaliativa, é importante salientar que foi possível perceber a necessidade de direcionar uma intervenção ao grupo dos profissionais da comunidade escolar e é oportuno o desenvolvimento de novas investigações que permitam compreender melhor a temática estudada.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2091">
<title>Hábitos de higiene corporal e higienização das mãos - um projeto de intervenção em contexto escolar</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2091</link>
<description>Hábitos de higiene corporal e higienização das mãos - um projeto de intervenção em contexto escolar
Cunha, Susana Manuela Sousa da
A escola é um local propício à interação da comunidade educativa e da comunidade envolvente, o que favorece a aquisição de estilos de vida saudáveis devido ao facto de ser considerado um local seguro e saudável (Ministério da Saúde, 2006). Nesta linha de pensamento, optou-se por direcionar o estudo para os alunos de 5º ano de escolaridade, por se considerar à priori, que esta faixa etária é propícia à aquisição de boas práticas de saúde. Assim, a escola deve ser considerada um local privilegiado para a atuação de profissionais de saúde.&#13;
Nesse sentido, realizou-se um estudo exploratório descritivo, com caráter transversal e com recurso à metodologia do Planeamento em Saúde, que se iniciou no reconhecimento da comunidade e suas características, através da avaliação de necessidades com a aplicação de um questionário a 271 alunos. Após análise e aplicação de técnicas de priorização, selecionaram-se os problemas – hábitos de higiene corporal e medidas de prevenção de infeção. De seguida traçaram-se os objetivos, selecionaram-se as estratégias e desenvolveram-se as atividades inerentes ao projeto “Higienizar é um passo a dar.” Este teve como finalidade promover a integração de hábitos de higiene corporal e boas práticas de higienização das mãos, como medida de promoção da saúde e prevenção da doença, dos alunos do 5º ano de escolaridade das Escolas de Ensino Básico 2º e 3º ciclos de Baltar e Cristelo e restante comunidade escolar, por forma a estes serem agentes promotores de saúde. Com a aplicação dos instrumentos de avaliação, verificou-se que 95% dos alunos adquiriram conhecimentos acerca das temáticas e que 100% dos profissionais se sentem motivados para serem agentes promotores de saúde na higiene corporal e das mãos.&#13;
Numa perspetiva avaliativa, é importante salientar que foi possível perceber a necessidade de direcionar uma intervenção ao grupo dos profissionais da comunidade escolar e é oportuno o desenvolvimento de novas investigações que permitam compreender melhor a temática estudada.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/2090">
<title>Planeamento em saúde - Viver a adolescência sem fumo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2090</link>
<description>Planeamento em saúde - Viver a adolescência sem fumo
Malheiro, Sónia Manuela Azevedo Gonçalves
De uma forma global, os estilos de vida, onde se incluem os padrões de sono e repouso, alimentação, exercício físico e consumo de substâncias, têm sido tema de muitas campanhas de promoção da saúde e prevenção de doenças.&#13;
Pela multiplicidade e gravidade das doenças que provoca, assim como a elevada proporção de pessoas expostas, o consumo de tabaco constitui, presentemente, a primeira causa evitável de doença e de morte prematura nos países desenvolvidos, contribuindo para seis das oito primeiras causas de morte a nível mundial (World Health Organization in Nunes,2012).&#13;
Estabelecendo a ponte entre dois factos essenciais como sendo a mortalidade/morbilidade decorrente do consumo de tabaco e o consumo cada vez mais precoce pelos adolescentes e, consequentemente, a manutenção do consumo na vida adulta, compreende-se então a necessidade de intervenção do enfermeiro na comunidade, sobretudo entre os jovens, enquanto capacitador e promotor de hábitos de vida saudáveis, dotando os mesmos de conhecimentos acerca dos malefícios e mecanismos de dependência do tabaco.&#13;
Revela-se pois determinante que o enfermeiro estabeleça um paralelismo entre o que é do conhecimento dos adolescentes e qual a intervenção necessária por parte das equipas de saúde, nomeadamente em relação às sessões de educação para a saúde, inseridas em meio escolar.&#13;
Foi neste sentido que se efetuou um estudo descritivo, de caráter transversal, com recurso à metodologia de Planeamento em Saúde, com abordagem quantitativa, em que se fez um Diagnóstico de Situação das crianças do 5º ano do Agrupamento de escolas de Vallis Longus. A partir deste, foram identificados vários problemas, nomeadamente em relação à alimentação, tabagismo e sexualidade, dos quais, e após um processo de priorização de comparação por pares, emergiu a temática do tabagismo.&#13;
Assim, implementou-se o projeto “Vida Sem Fumo”, cuja principal estratégia foi a realização de sessões de Educação para a Saúde, onde participaram um total de 236 alunos.&#13;
A avaliação efetuada das intervenções acima referidas foi feita com recurso a um questionário, aplicado no final da última sessão, relativo aos conhecimentos dos adolescentes em relação aos malefícios do consumo de tabaco.&#13;
A análise dos resultados permitiu inferir que a maioria dos adolescentes inquiridos demonstrou conhecimentos acerca dos malefícios do consumo de tabaco. Apesar disto, um número significativo referiu que se sentiria mais nervoso se fumasse, facto este devido, provavelmente, à interpretação que os adolescentes fizeram da questão, associando o ato de fumar como algo proibitivo e punitivo por parte dos pais.&#13;
De forma a contextualizar o estudo, fez-se uma abordagem teórica acerca da temática, que inclui entre outros, aspetos como a epidemiologia, aspetos psicossociais da adolescência e do tabaco e papel do profissional de saúde, entre os quais o Enfermeiro Comunitário, na prevenção de estilos de vida pouco salutares e, portanto, preventivos de doença a curto, médio e longo prazo.
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<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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