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<title>Oclusão Clínica</title>
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<title>Prevalência da má oclusão em pacientes da consulta de ortodontia do Hospital Senhora Oliveira Guimarães</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/73</link>
<description>Prevalência da má oclusão em pacientes da consulta de ortodontia do Hospital Senhora Oliveira Guimarães
Almeida, Ana Paula de Oliveira Donas-Botto Ochôa de
Objectivo: O objectivo deste estudo foi determinar a prevalência da má&#13;
oclusão numa população referenciada à consulta de ortodontia do Hospital&#13;
Senhora da Oliveira em Guimarães, verificar a associação entre a má oclusão,&#13;
hábitos de sucção não nutritiva e respiração oral.&#13;
Método: Realizou-se um estudo observacional, transversal e analítico aos&#13;
doentes que frequentam a consulta de ortodontia do Hospital Senhora da&#13;
Oliveira em Guimarães. A amostra foi composta por 71 crianças de ambos os&#13;
sexos cujas idades variaram entre 6 e 18 anos apresentando uma média de&#13;
11,93+-2,154 durante o período de Janeiro a Maio de 2006. Na classificação da&#13;
má oclusão foi utilizado o método de Angle e Simon, para as variáveis&#13;
dependentes (idade e género) e variáveis independentes (tipo de alimentação,&#13;
duração do tipo de alimentação, hábitos de sucção não nutritiva, duração dos&#13;
hábitos, tipo de respiração, classificação molar, relação canina, mordida&#13;
cruzada anterior, overjet, mordida aberta, overbite, mordida topo a topo,&#13;
mordida cruzada posterior, desvio da linha média, mordida aberta,&#13;
apinhamentos, diastemas).&#13;
Estatística: A análise estatística dos dados foi feita utilizando a versão 14.0 do&#13;
SPSS. Atendendo à natureza das variáveis envolvidas a análise consistiu em:&#13;
estudo descritivo dos dados – variáveis qualitativas e quantitativas (tabelas&#13;
descritivas, gráficos de caixa-fio); estudo analítico dos dados: relação entre&#13;
duas variáveis, usando o teste Qui-quadrado, testes de associação de&#13;
Spearman; estudo comparativo – testes t-student e teste de Kruskal-Wallis. A&#13;
regra de decisão utilizada, consiste em detectar evidência estatística&#13;
significativa para valores de probabilidade (valor prova do teste) inferior a 0,05.&#13;
Resultado: Verificamos que dos 71 pacientes de ambos os géneros, 52%&#13;
eram do sexo feminino e as restantes do masculino 47,9%. A média de idades&#13;
era de 11,93%. Em relação á má oclusão verificamos que no sentido sagital: a&#13;
classe II molar era a mais prevalente 40,8%, assim como a classe II canina&#13;
33,8%; o trespasse horizontal apresentou uma prevalência de 57,7% para&#13;
valores superior a 2mm e a mordida cruzada anterior 12,7%; no sentido&#13;
vertical: o trespasse vertical apresentou 43,7% para valores superiores a 2mm,&#13;
a mordida topo/topo (18,3%), a mordida aberta estava presente em 8,5% da&#13;
amostra em estudo; no sentido transversal: o apinhamento antero superior foi o&#13;
mais prevalente (39,4%) seguido do apinhamento antero inferior (31%), o&#13;
desvio da linha média apresentou-se mais para a direita (32,4%) em relação ao&#13;
desvio para a esquerda (15,5); a mordida cruzada posterior unilateral e bilateral&#13;
obtiveram prevalências (15,5%-16,9%) respectivamente presença de diastema&#13;
superior foi de 31% e a mordida em tesoura foi a má oclusão com menor&#13;
prevalência (2,8%) verificada no nosso estudo. Existe diferenças&#13;
estatisticamente significativas entre o género feminino e a mordida topo/topo&#13;
(84,6%) e o género masculino com o trespasse vertical (66,7%). Em relação&#13;
aos escalões etários a dentição permanente apresenta valores estatísticos&#13;
significativos com a relação canina (55,6%) e o apinhamento antero superior&#13;
(53,6%); a dentição mista apresenta valores significativos com a presença de&#13;
diastemas (82,4%). Os hábitos se sucção não nutritiva obtiveram uma&#13;
associação estatisticamente significativa com a má oclusão e com o tempo&#13;
médio de duração do hábito. A respiração oral apenas está associada com a&#13;
mordida aberta com uma prevalência de 83,3%.&#13;
Conclusão: Estes resultados suportam o ponto de vista de que o controlo da&#13;
saúde das crianças pela parte dos Médicos Pediatras e dos Odontopediatras&#13;
para a identificação percose dos hábitos de sucção não nutritiva, alterações do&#13;
tipo de respiração e presença de más oclusões é fundamental para um&#13;
tratamento percose das alterações dento-facial.
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<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em alunos de Medicina</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/53</link>
<description>Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em alunos de Medicina
Santos, Orquídea de Lurdes Alves Resende
A articulação temporomandibular é uma das mais complexas do corpo&#13;
humano.&#13;
A disfunção temporomandibular é uma doença de compromisso de muitas&#13;
outras, e está muitas vezes relacionada com dor orofacial de origem não&#13;
dentária.&#13;
A etiologia da disfunção temporomandibular envolve muita controvérsia e&#13;
pouco se sabe acerca da prevalência de sinais e sintomas.&#13;
Com este estudo pretende-se determinar a prevalência de sinais e&#13;
sintomas de disfunção temporomandibular e da própria disfunção&#13;
temporomandibular, numa população referente a estudantes de Medicina&#13;
Dentária do Instituto Superior Ciências da Saúde-Norte do terceiro ao quinto&#13;
ano, em relação ao género, ano que frequenta e ao tratamento ortodôntico.&#13;
Um questionário, desenvolvido por Fonseca, e um exame clínico, foram&#13;
aplicados a uma população constituída por 216 alunos de Medicina Dentária do&#13;
Instituto Superior de Ciências da Saúde – Norte. Encontramos que 142&#13;
indivíduos são do sexo feminino (65,7%) e 74 do sexo masculino (34,3%),&#13;
frequentam o terceiro ano 32,41%, o quarto 34,26% e o quinto 33,33%, 43,52%&#13;
realizaram tratamento ortodôntico e 56,48% não realizaram qualquer tipo de&#13;
tratamento ortodôntico.&#13;
Os resultados mostram que uma elevada percentagem de indivíduos do&#13;
que apresenta uma disfunção temporomandibular (72,22%), e um predomínio&#13;
do sexo feminino, concluindo assim que existe uma associação&#13;
estatisticamente significativa entre o género e a disfunção temporomandibular,&#13;
há também um predomínio da disfunção temporomandibular leve (41,2%) em&#13;
relação aos restantes grau de disfunção (26,39% para a moderada e 4,63%&#13;
para a severa). Em relação ao tratamento ortodôntico não encontramos&#13;
diferenças estatisticamente significativas.&#13;
Estes resultados indicam que a prevalência de disfunção&#13;
temporomandibular em alunos de Medicina Dentária do Instituto Superior de&#13;
Ciências da Saúde – Norte é semelhante à de outros trabalhos presentes na&#13;
literatura.&#13;
Em relação aos sinais e sintomas, tal como na literatura, o mais frequente&#13;
foi a existência de ruídos articulares com uma incidência entre 23,6% e 31,9%.
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<dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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