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<title>Periodontologia</title>
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<dc:date>2026-03-20T11:33:43Z</dc:date>
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<title>Avaliação da prevalência e severidade das recessões gengivais e sua relação com interferências oclusais</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/227</link>
<description>Avaliação da prevalência e severidade das recessões gengivais e sua relação com interferências oclusais
Almeida, Liliana Nascimento
O estudo pretende determinar a relação entre a prevalência, severidade/ extensão de recessões gengivais e interferências oclusais em alunos do Mestrado Integrado em Medicina Dentária do Instituto Superiores de Ciências de Saúde - Norte&#13;
&#13;
A recessão gengival apresenta uma etiologia multifactorial. Os fatores descritos, principalmente, na literatura são o biofilme bacteriano, escovagem, trauma oclusal, mau posicionamento dentário, altura e espessura de gengiva, componente alveolar e inserção dos freios labiais. A anatomia óssea pode interferir na posição dentária e consequentemente nas estruturas de suporte.&#13;
&#13;
É certo que ao manter a saúde periodontal a progressão da recessão gengival abranda. A saúde periodontal é tanto melhor quanto melhor for o controlo de placa bacteriana que considerado o principal fator das doenças periodontais.&#13;
&#13;
A amostra consiste numa população de 527 alunos do Mestrado Integrado em Medicina Dentária do Instituto Superior de Ciências Saúde - Norte. Os alunos foram selecionados aleatoriamente e examinados determinando as recessões gengivais (distância apical que vai da junção esmalte – cemento até à margem gengiva; quando 1mm de raiz está exposta), considerando 3 faces por dente (disto vestibular, vestibular, mesio – vestibular), e severidade/ extensão pela classificação de Miller e interferências oclusais em oclusão cêntrica com auxílio da classificação de Angle em movimentos de lateralidade (esquerda e direita) e em protrusão.&#13;
&#13;
A relação entre recessões gengivais e interferências oclusais foi encontrada em algumas das variáveis do nosso estudo e acreditadas na literatura.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudo de prevalência da gengivite numa população escolarizada do concelho de Paredes</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/224</link>
<description>Estudo de prevalência da gengivite numa população escolarizada do concelho de Paredes
Chumbinho, Mário Paulo Pinho
INTRODUÇÂO&#13;
As doenças periodontais estão entre os distúrbios odontológicos mais frequentes em crianças e adolescentes, incluindo gengivite,periodontite e alterações periodontais associadas a doenças sistémicas.A gengivite afecta mais de 70% das crianças com mais de 7 anos de idade.&#13;
O estudo da doença periodontal em crianças tem despertado grande interesse, nos últimos anos. No entanto, os valores encontrados para sua prevalência apresentam variações consideradas excessivas. Como possiveis causas destas diferenças,têm sido indicados a diversidade genética inerente às populações estudadas e os métodos utilizados.&#13;
Tradicionalmente, o periodonto das crianças e dos adolescentes foi considerado na generalidade saudavel, restringindo-se as doenças periodontais à gengivite marginal,no entanto existe perda óssea ao nivel dos dentes decíduos, que por vezes é severa e pode mesmo levar `exfoliação precoce.&#13;
Todos os médicos dentistas devem estar aptos para diagnosticar e tratar a doença periodontal em crianças e adolescentes. A prevenção é a melhor maneira de abordar as doenças periodontais. Na sua falha, deve-se preocupar pela detecção e tratamento precoces, uma vez que as doenças periodontais na infância podem evoluir para doenças periodontais graves no adulto.&#13;
Poucos estudos deste tipo têm sido realizados com crianças portuguesas escolarizadas, o que torna relevante a execução deste projecto que pretende estudar a prevalência de gengivite numa população do concelho de Paredes.&#13;
OBJECTIVOS:&#13;
- Determinar a prevalência de gengivite de uma população do 2º Ciclo do Ensino Básico do Concelho de Paredes, Distrito do Porto, Portugal Continental.&#13;
- Determinar o sexo mais afectado.&#13;
- Determinar a distribuição da gengivite da população de estudo por sextante.&#13;
- Determinar a distribuição da gengivite da população de estudo por faixa etária.&#13;
DISCUSSÂO&#13;
A interpretação dos resultados permite afirmar que os resultados à sondagem apresentam valores mais elevados, relativamente ao sangramento, no sexo masculino, o que está de acordo com a literatura.&#13;
III&#13;
O número médio de sextantes saudáveis diminui com a idade, apesar do grupo de 12 a 14 anos obter um valor mais elevado de sextantes saudáveis que o grupo 10 a 11 anos, o que vai de encontro à literatura. As pesquisas epidemiológicas de prevalência e severidade de doenças e condições orais são imprescendíveis para subsidiar o planeamento de politicas preventivas e assistenciais de saúde oral. CONCLUSÕES: - A prevalência de gengivite da população escolar do 2º Ciclo do Ensino Básico do Concelho de Paredes, Distrito do Porto, Portugal Continental, é de 31%. - O sexo masculino é o sexo com maior prevalência de gengivite, 17.6%. - No sexo masculino os sextantes com maior prevalência de gengivite são os sextantes 3.7/3.6 e 4.7/4.6 com valores iguais de prevalência, 44%. - No sexo feminino o sextante com maior prevalência de gengivite é o 1.7/1.6, 48%. - Independentemente do sexo, o sextante com maior prevalência de gengivite é o sextante 4.7/4.6 e o 3.7/3.6, respectivamente, 40.9% e 40,6%. - A faixa etária dos 10 anos é a que apresenta maior prevalência de gengivite, 91,9%. - A prevalência de gengivite diminui da faixa etária dos 10 para os 11 anos, dos 91,9% para os 74,2%. - A prevalência de gengivite da faixa etária dos 11 anos até à dos 15 anos, inclusivé, aumenta, situando-se em valores semelhantes à da faixa etária de maior prevalência de gengivite, a dos 10 anos, 89,1%. O número médio de sextantes saudáveis diminui com a idade, apesar do grupo de 12 a 14 anos obter um valor mais elevado de sextantes saudáveis que o grupo 10 a 11 anos, o que vai de encontro à literatura. As pesquisas epidemiológicas de prevalência e severidade de doenças e condições orais são imprescendíveis para subsidiar o planeamento de politicas preventivas e assistenciais de saúde oral. CONCLUSÕES: - A prevalência de gengivite da população escolar do 2º Ciclo do Ensino Básico do Concelho de Paredes, Distrito do Porto, Portugal Continental, é de 31%. - O sexo masculino é o sexo com maior prevalência de gengivite, 17.6%. - No sexo masculino os sextantes com maior prevalência de gengivite são os sextantes 3.7/3.6 e 4.7/4.6 com valores iguais de prevalência, 44%. - No sexo feminino o sextante com maior prevalência de gengivite é o 1.7/1.6, 48%. - Independentemente do sexo, o sextante com maior prevalência de gengivite é o sextante 4.7/4.6 e o 3.7/3.6, respectivamente, 40.9% e 40,6%. - A faixa etária dos 10 anos é a que apresenta maior prevalência de gengivite, 91,9%. - A prevalência de gengivite diminui da faixa etária dos 10 para os 11 anos, dos 91,9% para os 74,2%. - A prevalência de gengivite da faixa etária dos 11 anos até à dos 15 anos, inclusivé, aumenta, situando-se em valores semelhantes à da faixa etária de maior prevalência de gengivite, a dos 10 anos, 89,1%.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/189">
<title>Estudo da carga precoce VS imediata na terapia de colocação de implantes dentários - Avaliação clínica</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/189</link>
<description>Estudo da carga precoce VS imediata na terapia de colocação de implantes dentários - Avaliação clínica
Mouzinho, João Filipe Graça
Historicamente, os implantes dentários têm sido associados a procedimentos cirúrgicos com períodos de cicatrização longos, desde o primeiro paciente tratado em 1965, pelo Prof Branemark. Este já não é o paradigma actual, com a colocação de implantes em carga imediata ou prematura. Este avançar das técnicas tem permitido aos doentes uma melhor qualidade de vida, num menor período de tempo. Os doentes estão cada vez mais exigentes, e para além de exigirem uma boa reabilitação oral, as suas exigências também são com o tempo da reabilitação oral.&#13;
Com a evolução da tecnologia, podemos colocar implantes dentários em função imediata ou precoce, com vantagens como um menor trauma para o paciente num menor período de tempo, resultando num melhor eficácia clínica,&#13;
Existe uma série de documentação sobre a carga imediata, mas existem ainda lacunas nas publicações científicas em relação à carga precoce em implantes. O objectivo deste estudo foi a avaliação clínica e radiográfica da sobrevivência e sucesso de um protocolo de carga precoce (entre os 10 e os 21 dias após a cirurgia) em reabilitações totais com implantes em comparação com um protocolo de carga imediata (até 48 horas após cirugia).
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A periodontite como factor de risco para a doença cardiovascular? Avaliação de marcadores inflamatórios em indivíduos com e sem periodontite</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/173</link>
<description>A periodontite como factor de risco para a doença cardiovascular? Avaliação de marcadores inflamatórios em indivíduos com e sem periodontite
Bezerra, Rui Alexandre Carvalho de Freitas
A aterosclerose e consequentes doenças cardiovasculares representam uma das principais causas de morte no mundo industrializado. A sua etiologia é uma doença inflamatória crónica. Contudo, o estímulo da reacção inflamatória permanece parcialmente incompreendido. A periodontite é uma doença comum e é caracterizada por uma destruição tecidual inflamatória crónica que enfraquece a união dos dentes ao periodonto, induzindo a perda dentária. Estudos recentes sugerem uma associação entre infecções periodontais e um risco aumentado de aterosclerose e eventos cardiovasculares e cerebrovasculares em humanos. Este estudo propõe-se compreender melhor a aparente relação entre periodontite e aterosclerose através da avaliação dos marcadores serológicos da inflamação sistémica (proteína C-reactiva, IL-6, IL-1 e fibrinogénio) usando amostras sanguíneas de dois grupos de indivíduos (com e sem periodontite).
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