<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#">
<channel rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/48">
<title>Psicologia da Dor</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/48</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/20.500.11816/188"/>
<rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/20.500.11816/159"/>
<rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/20.500.11816/158"/>
<rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/20.500.11816/139"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-04-03T15:02:35Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/188">
<title>A utilização do brinquedo terapêutico na preparação de crianças com idade pré-escolar para punção venosa</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/188</link>
<description>A utilização do brinquedo terapêutico na preparação de crianças com idade pré-escolar para punção venosa
Cainé, Sandra Marisa Barros
Esta pesquisa foi realizada com o intuito de investigar os benefícios da utilização do Brinquedo Terapêutico (efeito sobre ansiedade e limiar de dor) na explicação do acto de puncionar em crianças dos três aos seis anos. E, se possível, tentar criar um protocolo, de forma a eliminar ou diminuir o desconforto psicológico e físico experimentados pelas crianças, nesse mesmo acto. A motivação para este estudo deveu-se ao facto de ser uma prática comum a observação do comportamento de crianças hospitalizadas, durante o internamento, e de facilmente se presenciar o quanto é ameaçador sair do seu ambiente familiar para outro completamente desconhecido. De um momento para o outro, têm de enfrentar, para além do problema de saúde que os levou a ficarem internados, pessoas estranhas e procedimentos dolorosos, tais como a punção venosa. Tudo isto desenvolve, na criança, uma tal ansiedade que a deixa insegura e com medo, principalmente quando não é preparada para a hospitalização e para o tratamento a ser realizado. Nessas situações “stressantes” estão os procedimentos invasivos, como a punção venosa, que em muito contribui para o aumento do medo e ansiedade. Uma das formas capazes de ajudar a criança a perceber o que está a acontecer é a utilização do Brinquedo Terapêutico, que funciona como libertador dos seus medos e ansiedades e permite-lhe revelar o que sente e pensa. Deste modo, foi realizado um estudo experimental, no Centro Hospitalar entre o Douro e o Vouga E.P.E., - Unidade São Sebastião (HSS), no Serviço de Pediatria, em Santa Maria da Feira. A amostra foi constituída por 22 crianças, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos. Sendo que, das 22 crianças, 11 pertenciam ao grupo controlo e as restantes 11 pertenciam ao grupo experimental. Todas as crianças tiveram o seu comportamento observado, tendo sido apenas utilizado o Brinquedo Terapêutico com as que pertenciam ao grupo experimental.&#13;
As estratégias para a colheita de dados foram: a observação dos comportamentos das crianças, utilizando a Escala de Avaliação Comportamental de Stress, denominada por Observation Scale of Behavior Distress (OSBD), adaptada no Brasil por Borges (1990) e Costa Jr. (2001); a aplicação do Protocolo de observação directa, utilizado no estudo de Borges (l999a); e, por fim, a aplicação da Escala facial para avaliar a percepção de dor da criança, denominada Wong-Baker FACES Pain Rating Scale (FACES). Os resultados foram analisados comparando-se o comportamento das crianças dos dois grupos e demonstraram que a utilização do Brinquedo Terapêutico foi eficaz na compreensão do procedimento e no controlo das suas reacções comportamentais.
</description>
<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/159">
<title>O treino de bio-absorção imagética (TBI) - comparação entre um grupo com tratamento activo (TBI) e um grupo em lista de espera seguido de tratamento activo (TBI) - sua eficácia no tratamento da enxaqueca e suas implicações nas variáveis psicológicas associadas à dor</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/159</link>
<description>O treino de bio-absorção imagética (TBI) - comparação entre um grupo com tratamento activo (TBI) e um grupo em lista de espera seguido de tratamento activo (TBI) - sua eficácia no tratamento da enxaqueca e suas implicações nas variáveis psicológicas associadas à dor
Pires, Catarina Tomé L.
O trabalho apresentado orientou-se, fundamentalmente, no sentido de avaliar e testar um tratamento psicológico denominado “Treino de Bio-Absorção Imagética” (TBI), no tratamento da enxaqueca. Este tratamento parece-nos de grande relevância no tratamento deste tipo de dor, tendo adquirido boas qualidades terapêuticas em estudos anteriores (1990; 1992 in Pires, 2002). Para cumprir este objectivo, procedeu-se a uma avaliação de variáveis relacionadas com a enxaqueca (i.e. índice de cefaleia, sintomas associados, como as náuseas e tonturas, número de dias livres e de crises e medicação) e de variáveis psicológicas associadas à experiência da dor (stresse, depressão e ansiedade) em vários momentos da investigação (antes, durante e final do tratamento). Pretende-se observar o efeito do TBI nas variáveis enunciadas. As variáveis relacionadas com a enxaqueca foram avaliadas diariamente através de um Diário da Dor (Blanchard &amp; Andrasik, 1985), enquanto que as variáveis psicológicas (ansiedade, depressão e stresse) foram avaliadas, em três vezes, através de escalas de auto-registo: Escala de Auto-Avaliação de Zung, a Escala CES-D (Radloff, L.S. (1977) e Escala DASS (Lovibond &amp; Lovibond (1995), respectivamente. A amostra de sujeitos é constituída por 19 pessoas, com idades compreendidas entre os 17 e os 56 e que sofrem de enxaqueca com ou sem aura, de acordo com os critérios de diagnóstico da IHS (2004). Desta forma, foram formados diferentes grupos: 1) o grupo sujeito ao tratamento psicológico (TBI), 2) o grupo em lista de espera, que posteriormente passa a ser 3) o grupo controlo sobre a condição experimental de associação de estímulo (i.e. frio) seguida do TBI.&#13;
Os resultados, em geral, demonstram não existirem diferenças significativas entre as diferentes condições (entre grupos) e as semanas de cada condição (dentro dos grupos) nas variáveis em estudo, no entanto, verificou-se que as variáveis psicológicas associadas à dor, tais como o stresse, a depressão e a ansiedade apresentam níveis mais baixos no final do tratamento.&#13;
Propõe-se, que o TBI poderá ter características terapêuticas no tratamento da enxaqueca, na medida em que se verifica uma redução do stresse, sintomas depressivos e ansiedade, tal como uma auto-avaliação mais positiva em relação à própria experiência enxaquecosa e sua vivência (modos de lidar com a dor mais activos e positivos). Os resultados deste estudo foram limitados, na nossa opinião, por alguns aspectos, como o tamanho da amostra e a sintomatologia clínica apresentada pela amostra. Assim, parece-nos de grande importância, e em especial no âmbito da Psicologia, aprofundar o conhecimento existente acerca deste tratamento, procurando sempre obter um maior corpo de evidência e questionar os principais aspectos que envolvem a experiência da enxaqueca, de modo a torná-la mais adaptativa para a pessoa
</description>
<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/158">
<title>Efeitos da estimulação musical na dor do doente em cuidados intensivos: índices psicofisiológicos e comportamentais</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/158</link>
<description>Efeitos da estimulação musical na dor do doente em cuidados intensivos: índices psicofisiológicos e comportamentais
Oliveira, Margarida Goreti Rocha e Sousa
INTRODUÇÃO: O doente pós-cirúrgico apresenta frequentemente queixas dolorosas. A&#13;
tecnologia de ponta utilizada na monitorização, diagnóstico e tratamento destes doentes&#13;
enquanto internados em Cuidados Intensivos também desencadeia e a agrava a dor. Os&#13;
obstáculos causados por estes equipamentos, pela alteração do estado de consciência e pelo&#13;
comprometimento da comunicação verbal são algumas das razões da subavaliação e&#13;
subtratamento da dor nos doentes internados nestes contextos. A música tem sido uma das&#13;
técnicas de intervenção não farmacológica na dor cada vez mais utilizada e a estimulação&#13;
musical destes doentes poderá ser uma alternativa coadjuvante da terapia farmacológica, no&#13;
entanto, escassamente explorada no doente pós-cirúrgico internado em cuidados intensivos.&#13;
OBJECTIVOS: Estudar os efeitos da dor em variáveis comportamentais e fisiológicas, e&#13;
investigar os efeitos da estimulação musical na dor do doente pós-cirúrgico internado em&#13;
cuidados intensivos, recorrendo aos índices comportamentais e psicofisiológicos previamente&#13;
estudados.&#13;
MATERIAL E MÉTODOS: 107 doentes do HGSA foram aleatoriamente distribuídos por&#13;
um grupo experimental (GE; n=60) e um grupo controlo (GC; n=47) no momento da admissão&#13;
nos serviços de Cuidados Intensivos, pós-cirurgia. Os doentes do GE, ao contrário dos&#13;
participantes controlo, foram submetidos a duas sessões diárias de estimulação musical, com a&#13;
duração de 30-45min cada, durante dois a cinco dias, com vista a investigar o impacto dessa&#13;
estimulação na reacção individual à dor. Para avaliação da dor foram seleccionadas a BPS, a&#13;
EVS e índices psicofisiológicos (FC, PA e SpO2), recolhendo-se dados diários, com o doente&#13;
em repouso e nos momentos em que era submetido à estimulação dolorosa inerente a&#13;
procedimentos de rotina dos serviços.&#13;
RESULTADOS: A média das cotações da BPS e da EVS obtidas nos momentos de&#13;
estimulação dolorosa foram significativamente superiores quando comparada com os&#13;
momentos de repouso. De forma idêntica, a FC e a PA sistólica parecem ser sinais os&#13;
fisiológicos estudados mais sensíveis à estimulação dolorosa, podendo constituir-se como&#13;
Índices Psicofisiológicos da dor. No entanto, apesar do Índice de Melhoria Média dos sinais&#13;
fisiológicos e das medidas comportamentais obtidos junto do GE no dia da alta serem&#13;
melhores do os do GC, essa tendência não foi estatisticamente significativa para que se possaafirmar que a estimulação musical tem um efeito comprovado na reacção à dor nos&#13;
participantes estudados.&#13;
CONCLUSÃO: Apesar de não ter ficado estatisticamente sustentado o efeito da&#13;
estimulação musical na reacção à dor no doente pós-cirúrgico, há uma tendência que sugere&#13;
que esse efeito é positivo e, além disso, procedimentos de follow-up sugerem que a&#13;
estimulação musical favorece o grau de satisfação dos doentes quanto a vários aspectos do&#13;
internamento em CI, tornando claro que a música está significativamente associada a uma&#13;
maior satisfação dos doentes investigados. Dado que esta é uma técnica interventiva pouco&#13;
dispendiosa, de fácil aplicação e com efeitos potencialmente benéficos para estes doentes,&#13;
deve prosseguir-se com a investigação e insistir-se na sua utilidade, ainda que no âmbito de&#13;
cuidados intensivos.
</description>
<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11816/139">
<title>Análise da efectividade clínica das ortóteses plantares rígidas personalizadas no tratamento da dor e do seu impacto psicossocial provocada pela fasceíte plantar</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/139</link>
<description>Análise da efectividade clínica das ortóteses plantares rígidas personalizadas no tratamento da dor e do seu impacto psicossocial provocada pela fasceíte plantar
Oliveira, Vitor Hugo Gomes de
O objectivo geral do nosso estudo foi analisar a efectividade clínica das&#13;
ortóteses plantares rígidas personalizadas nos pacientes com fasceíte plantar, e&#13;
assim determinar os efeitos da intervenção do tratamento com ortóteses&#13;
plantares rígidas personalizadas na intensidade da dor e a nível da qualidade de&#13;
vida (QV).&#13;
Realizou-se um estudo randomizado quasi-experimental longitudinal, que&#13;
incidiu numa amostra de 50 indivíduos com diagnóstico médico/podológico de&#13;
fasceíte plantar, associado a uma hiperpronação do pé. Avaliamos a intensidade&#13;
da dor através da Escala Visual Analógica (EVA) e a QV através de um&#13;
instrumento de medida genérico SF-36v2. Foram registados valores em dois&#13;
momentos distintos com um intervalo de quatro semanas, tendo sido aplicado&#13;
durante este período ortóteses plantares rígidas personalizadas. O procedimento&#13;
para a análise de dados envolveu a estatística descritiva simples, o cálculo do&#13;
coeficiente de correlação linear de Pearson, o teste do qui-quadrado ( &#13;
2) para&#13;
avaliação das nossas variáveis sob controlo e o teste t-student (t) para&#13;
comparação das nossas variáveis dependentes. Quanto aos níveis de&#13;
significância e intervalos de confiança (IC), estabeleceu-se em ambas as&#13;
estatísticas de teste, um IC a 95% com probabilidade de erro  =5%.&#13;
No nosso estudo observaram-se diferenças estatisticamente significativas na&#13;
intensidade da dor para um mesmo grupo entre os dois momentos (t=15,79;&#13;
p&lt;0,01), tanto nos homens (t=3,79; p&lt;0.01) como nas mulheres (t=6.51; p&lt;0.01).&#13;
Verificamos também, que as dimensões Função Física, Desempenho Físico, Dor&#13;
Física, Função Social, Desempenho Emocional e Vitalidade apresentaram&#13;
diferenças estatisticamente significativas (p&lt;0,05), sendo que na globalidade&#13;
verificou-se um aumento das dimensões constituintes da QV.&#13;
Como conclusão, constatamos que o efeito da intervenção terapêutica com&#13;
ortóteses plantares rígidas personalizadas diminui a dor provocada pela fasceíte&#13;
plantar, e aumenta a QV dos indivíduos.
</description>
<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
