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<title>Reabilitação Oral</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/174</link>
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<pubDate>Wed, 20 May 2026 04:45:21 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-20T04:45:21Z</dc:date>
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<title>Influência do Material da Dentição Antagonista nas Estruturas Totais Implanto-suportadas de Zircónia Monolítica - Estudo Retrospetivo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4994</link>
<description>Influência do Material da Dentição Antagonista nas Estruturas Totais Implanto-suportadas de Zircónia Monolítica - Estudo Retrospetivo
Ramos, Patrícia Carina da Silva Assunção
A atual bibliografia disponível apresenta informações limitadas, sobre a correlação entre os fatores de risco associados á reabilitação e complicações protéticas, para pacientes com próteses dentárias totais implanto-suportadas.&#13;
O principal objetivo deste estudo clínico retrospetivo foi determinar se o material da dentição antagonista influência a prevalência de complicações protéticas em próteses dentárias totais fixas sobre implantes, fabricadas em zircónia monolítica (ZIRCAP). Os objetivos secundários foram determinar quais as complicações protéticas (menores ou maiores) mais prevalentes, de acordo com os diferentes materiais da dentição antagonista (dentes naturais, resina metalo-acrílica ou zircónia monolítica), após um período de inserção da prótese de 1 a 8 anos.&#13;
Foram incluídas 75 ZIRCAP, com um follow-up compreendido entre julho de 2016 e dezembro de 2024 no Departamento de Reabilitação Oral da Clitrofa – Centro Médico, Dentário e Cirúrgico Lda., Trofa – Portugal.&#13;
A zircónia monolítica apresentou uma taxa de sobrevivência de 100% até 36 meses, com uma leve diminuição para 89.4% aos 60 meses, sem diferenças estatisticamente significativas entre os grupos (p=0.433).&#13;
Relativamente ao número total de complicações minor, 70.7% dos participantes não apresentaram nenhuma, 18.7% tiveram uma e 10.7% tiveram duas, sem diferença significativa entre os grupos (p&gt;0.990). No que diz respeito às complicações major, 90.7% dos participantes não apresentaram nenhuma, enquanto 9.3% tiveram pelo menos uma (p=0.673).&#13;
Conclusão: Existe influência do material da dentição antagonista na sobrevivência das ZIRCAP.; The current literature presents limited information on the correlation between risk factors associated with rehabilitation and prosthetic complications for patients with implant-supported complete dentures.&#13;
The main objective of this retrospective clinical study was to determine whether the material of the opposing dentition influences the prevalence of prosthetic complications in fixed complete dentures on implants, manufactured in monolithic zirconia (ZIRCAP). The secondary objectives were to determine which prosthetic complications (minor or major) were more prevalent, according to the different materials of the opposing dentition (natural teeth, metal-acrylic resin or monolithic zirconia), after a period of prosthesis insertion of 1 to 8 years.&#13;
A total of 75 ZIRCAP patients were included, with follow-up between July 2016 and December 2024 at the Oral Rehabilitation Department of Clitrofa – Centro Médico, Dentário e Cirúrgico Lda., Trofa – Portugal.&#13;
Monolithic zirconia showed a survival rate of 100% up to 36 months, with a slight decrease to 89.4% at 60 months, with no statistically significant differences between the groups (p=0.433).&#13;
Regarding the total number of minor complications, 70.7% of the participants had none, 18.7% had one and 10.7% had two, with no significant difference between the groups (p&gt;0.990). Regarding major complications, 90.7% of the participants had none, while 9.3% had at least one (p=0.673).&#13;
Conclusion: There is an influence of the material of the antagonist dentition on the survival of ZIRCAP.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/4994</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Implantoplastia no tratamento da peri-implantite: revisão sistemática e meta-análise</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4993</link>
<description>Implantoplastia no tratamento da peri-implantite: revisão sistemática e meta-análise
Neves, Marta Isabel Ribeiro Costa
Objetivos: Sintetizar, por revisão sistemática com meta-análise, o efeito da implantoplastia como adjuvante no tratamento cirúrgico da peri-implantite.&#13;
Métodos: Foram incluídos estudos clínicos em adultos com peri-implantite que comparassem o tratamento cirúrgico com recurso à implantoplastia versus tratamento cirúrgico sem implantoplastia. Realizou-se uma pesquisa na PubMed, Embase e Web of Science, desde a criação das bases de dados até 31 de julho de 2025, sem restrições de idioma ou estado de publicação. O resultado primário foi a redução da profundidade de sondagem e os secundários incluíram sangramento e supuração à sondagem, perda óssea marginal, explantação/perda de implantes e sucesso do tratamento. O risco de viés foi avaliado com RoB 2 (ensaios randomizados) e ROBINS-I (estudos não randomizados). As estimativas de efeito foram combinadas através de meta-análise de efeitos aleatórios. &#13;
Resultados: De 219 artigos inicialmente identificados, 8 preencheram os critérios de inclusão (4 ensaios randomizados, 1 estudo prospetivo e 3 estudos retrospetivos), envolvendo 13–142 doentes (23–142 implantes) e seguimentos de 6–108 meses. A implantoplastia associou-se a uma redução significativa da profundidade de sondagem relativamente ao valor basal (–2,09 mm; intervalo de confiança a 95% [IC95%] –2,85 a –1,34; I²=0%), mas sem diferença significativa entre grupos. Verificaram-se reduções do sangramento à sondagem em ambos os grupos (cerca de 70%), sem diferenças significativas entre abordagens. A perda óssea marginal média foi ligeiramente inferior no grupo implantoplastia (0,35 mm vs. 0,73 mm), tal como a proporção de explantação (7% vs. 6%) e a taxa de sucesso foi numericamente superior (44% vs. 31%), mas sem diferenças significativas. Observou-se um risco de viés moderado a elevado em vários estudos não randomizados. &#13;
Discussão: A implantoplastia, quando utilizada como adjuvante em cirurgia para peri-implantite, associa-se a melhorias clínicas relevantes ao longo do tempo, mas a evidência atualmente disponível não demonstra um benefício estatisticamente significativo face a abordagens cirúrgicas sem implantoplastia nos resultados avaliados.; Objectives: To synthesize, through a systematic review with meta-analysis, the effect of implantoplasty as an adjunct in the surgical treatment of peri-implantitis.&#13;
Methods: Clinical studies in adults with peri-implantitis comparing surgery with implantoplasty versus surgery without implantoplasty were included. A search was conducted in PubMed, Embase, and Web of Science from database inception to July 31, 2025, without restrictions on language or publication status. The primary outcome was probing depth reduction. Secondary outcomes included bleeding and suppuration on probing, marginal bone loss, implant removal/loss, and treatment success. Risk of bias was assessed using RoB 2 (randomized trials) and ROBINS-I (non-randomized studies). Effect estimates were combined using random-effects meta-analysis.&#13;
Results: Of 219 initially identified articles, 8 articles met the inclusion criteria (4 randomized trials, 1 prospective study, and 3 retrospective studies), involving 13–142 patients (23–142 implants) with follow-ups of 6–108 months. Implantoplasty was associated with a significant reduction in probing depth from baseline (mean difference –2.09 mm; 95% confidence interval [95% CI] –2.85 to –1.34; I²=0%), but without significant benefit compared to groups without implantoplasty. Reductions in bleeding on probing were observed in both groups (about 70%), with no significant differences between approaches. Mean marginal bone loss was slightly lower in the implantoplasty group (0.35 mm vs. 0.73 mm), as was the proportion of implant removal (7% vs. 6%), and the success rate was numerically higher (44% vs. 31%), but without significant differences. A moderate to high risk of bias was observed across several non-randomized studies. &#13;
Discussion: Implantoplasty, when used as an adjunct in surgery for peri-implantitis, is associated with relevant clinical improvements over time, but the currently available evidence does not demonstrate a statistically significant benefit compared to surgical approaches without implantoplasty for the outcomes evaluated.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/4993</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Influence of popular beverages on the fracture resistance of implant-supported bis-acrylic resin provisional crowns: an in vitro study</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4517</link>
<description>Influence of popular beverages on the fracture resistance of implant-supported bis-acrylic resin provisional crowns: an in vitro study
Ribera, Oriana Karolina Caldeira
Implant-supported provisional restorations are critical for improving the esthetics and shaping of the peri-implant tissue. The mechanical properties of these provisional materials can be influenced by saliva, food, beverages, and interactions between these materials in the oral environment. Therefore, integrity of provisional restorations should be preserved throughout the treatment period. This study aimed to evaluate the fracture strength of implant-supported polymethyl methacrylate (PMMA) provisional restorations made of computer-aided design and computer-aided manufacturing when immersed in different solutions at a controlled temperature of 37° C for 7 days. Each analog-pillar-crown set was submerged in different liquids (distilled water, tea, coffee, red wine, and Coca Cola®) for 1 week at a controlled oral temperature of 37° C. The samples were then subjected to fracture forces. The moment of fracture of the crown was recorded and compared with those of the other samples. Specimens immersed in distilled water (control group) had the highest fracture resistance (mean [M]=1331.00, standard deviation [SD]=296.74), while those immersed in tea had the lowest mean strength to fracture (M=967.00, SD=281.86). Nutritional deficiency and inappropriate eating habits influence the fracture strength of temporary crowns, rendering them more elastic or less resistant to fractures.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Forças ortodônticas originadas na expansão maxilar: Ancoragem esquelética VS Ancoragem dentária uma revisão sistemática</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/4501</link>
<description>Forças ortodônticas originadas na expansão maxilar: Ancoragem esquelética VS Ancoragem dentária uma revisão sistemática
Rego, Maria Carlota Cardoso
Introdução: A expansão maxilar procura estabelecer a dimensão transversal esquelética em&#13;
crianças ou adultos, através de movimentos ortodônticos, ortopédicos ou combinação de ambos. A&#13;
força de expansão para separação das extremidades ósseas da sutura palatina mediana pode causar&#13;
vestibularização dos dentes posteriores e deflexão alveolar.&#13;
Objetivo: Analisar e comparar, os efeitos esqueléticos e dentários, no tratamento da discrepância&#13;
maxilar transversal, pela distribuição de tensões e deslocamento no complexo craniofacial,&#13;
durante a ativação dos aparelhos de expansão.&#13;
Material e métodos: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica na base de dados Medline/ Pubmed&#13;
com as seguintes palavras-chave em conjugação ou individuais para a pesquisa: “MARPE”,&#13;
“Hyrax”, “Hyrax expander”, “RME”, “Skeletal disjunction”, “Dentoalveolar expansion”, tendo&#13;
selecionado 13 artigos científicos dos 72 encontrados sobre o respetivo tema.&#13;
Resultados: Existe expansão maxilar significativa tanto com o uso de aparelho de expansão&#13;
SARPE, MARPE como convencional. Constatou-se que o aparelho convencional requer&#13;
cooperação dos pacientes ou seus responsáveis para a sua devida ativação, enquanto que o&#13;
MARPE pode ser utilizado em qualquer idade minimizando os efeitos indesejados e que este&#13;
último pode ser usado como alternativa ao SARPE, que é um tratamento mais dispendioso e que&#13;
exige hospitalização por parte do paciente.&#13;
Conclusões: Expansores com micro-implantes produzem maior aumento na cavidade nasal e&#13;
largura maxilar comparativamente aos convencionais.É necessário conhecimento da anatomia&#13;
óssea palatina e sutura palatina média para correto diagnóstico e planeamento da expansão&#13;
maxilar. Tanto o uso de MARPE como de expansores convencionais tiveram efeitos dentários&#13;
semelhantes e forma e tamanho do arco maxilar semelhantes. MARPE e SARPE consideram-se&#13;
técnicas de tratamento eficazes em pacientes esqueleticamente maduros, no entanto, MARPE&#13;
apresenta menos riscos associados e um custo mais reduzido em comparação ao SARPE.&#13;
Contudo, ainda não há consenso das forças ótimas e qual a direção sobre as quais as mesmas&#13;
devem ser aplicadas, de modo a originar as deformações necessárias nas estruturas de suporte&#13;
para se obter o movimento pretendido, a qual ajudaria a minimizar os efeitos adversos.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/4501</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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