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<title>Enfermagem Reabilitação</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/1907</link>
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<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 07:30:20 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-26T07:30:20Z</dc:date>
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<title>Doença pulmonar obstrutiva crónica: contributo de um programa de reabilitação respiratória na qualidade de vida</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2147</link>
<description>Doença pulmonar obstrutiva crónica: contributo de um programa de reabilitação respiratória na qualidade de vida
Cardoso, Vânia Cristina Sousa
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma doença incapacitante e progressiva, caracterizada por limitação ao fluxo aéreo, podendo levar o doente à dependência física e psicológica. Quando limitado pela doença, o doente com DPOC torna-se dependente na realização das atividades de vida diária, o que indicia uma menor qualidade de vida.&#13;
A qualidade de vida é um conceito subjetivo, que se refere à saúde física da pessoa, ao seu estado psicológico e nível de independência. Com o objetivo de promover uma melhoria na capacidade funcional de exercício e na qualidade de vida, a Reabilitação Respiratória tem surgido como uma recomendação padrão no tratamento destes doentes. &#13;
Neste contexto, este estudo surge com o intuito de conhecer quais os benefícios de um programa de reabilitação respiratória na qualidade de vida dos doentes com DPOC.&#13;
Para a concretização do mesmo, definiu-se como objetivo geral avaliar a qualidade de vida dos doentes com DPOC, antes e após a implementação de um programa de reabilitação respiratória no domicílio.&#13;
Foram recrutados quatro indivíduos idosos, portadores de DPOC. Os dados foram recolhidos através da aplicação do questionário específico para a doença, o Saint George’s Respiratory Questionnaire. Foi instituído um programa de reabilitação respiratória que incluiu reeducação funcional respiratória, treino de exercício combinado e educação. Os dados recolhidos revelaram que o domínio mais afetado é o da “atividade”. Após a realização de 24 sessões de reabilitação respiratória observou-se uma melhoria da qualidade de vida.
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da capacidade funcional do doente submetido a artroplastia total da anca no momento da alta hospitalar num serviço de ortopedia</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2146</link>
<description>Avaliação da capacidade funcional do doente submetido a artroplastia total da anca no momento da alta hospitalar num serviço de ortopedia
Mota, Renato Jorge Soares da
Intitulada por avaliação funcional do doente submetido a artroplastia total da anca no momento da alta hospitalar num serviço de Ortopedia, esta tese visa avaliar o grau de dependência destes doentes, no dia do seu regresso a casa.&#13;
Com intuito de contextualizar o objeto de estudo deste trabalho, abordamos as seguintes temáticas: o processo de degeneração osteoarticular coxofemoral, a artroplastia total da anca, da dependência nas atividades de vida diária à reabilitação funcional e a teoria do autocuidado de Dorothea Orem.&#13;
A amostra foi constituída por 34 doentes de ambos os sexos que deram entrada num serviço de ortopedia de um hospital central da zona norte, e participaram no plano de reabilitação existente no respetivo serviço, executado pelo enfermeiro especialista de reabilitação. Aplicamos o instrumento de avaliação da capacidade funcional Índice de Barthel. A análise dos dados obtidos foi realizada através da transformação das respostas em frequências absolutas e respetivas percentagens.&#13;
Relativamente aos dados obtidos, verifica-se que dos 34 doentes da amostra, 33 encontram-se entre o score 65 e o 95, que corresponde a uma dependência moderada, e apenas 1 doente encontra-se entre o score 45 e o 60, que corresponde a uma dependência grave.&#13;
A intervenção do enfermeiro especialista de reabilitação na recuperação destes doentes, permitiu a avaliação da funcionalidade dos mesmos relativamente às três dimensões do Índice de Barthel, tendo sido possível concluir que durante o internamento 97% dos doentes apresentou uma dependência moderada no momento da alta hospitalar. Constatamos ainda a ausência de doentes independentes ou com total dependência, o que nos faz pensar que o plano de reabilitação adotado no serviço para a intervenção com estes doentes é adequado, não sendo necessário introduzir qualquer tipo de melhoria.
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Oxigenação e ventilação em doentes com ventilação mecânica invasiva: influência do posicionamento em decúbito dorsal e lateral direito e esquerdo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2145</link>
<description>Oxigenação e ventilação em doentes com ventilação mecânica invasiva: influência do posicionamento em decúbito dorsal e lateral direito e esquerdo
Castro, Nuno Filipe Marques de
A avaliação de determinados parâmetros respiratórios é importante para perceber a mecânica ventilatória e oxigenação. No entanto, o efeito da posição corporal na dinâmica respiratória ainda não está muito esclarecido na literatura, havendo estudos com resultados controversos. &#13;
Assim, foi realizado um estudo do tipo observacional descritivo e prospetivo, realizado com 23 doentes internados numa Unidade de Cuidados Intensivos, sedados e em ventilação mecânica com volume controlado. O objetivo geral deste estudo é conhecer qual a influência do posicionamento em decúbito dorsal, lateral direito e esquerdo na oxigenação e ventilação em doentes com ventilação mecânica invasiva.&#13;
O estudo consistiu numa avaliação dos parâmetros respiratórios (FiO2, SaO2, PaO2, PaCO2 e PaO2/FiO2) em três posições distintas (decúbito dorsal, lateral direito e lateral esquerdo).&#13;
A influência que a posição corporal pode ter na função respiratória não é consensual nos estudos realizados, no entanto, neste estudo constatou-se que os diferentes posicionamentos dos doentes provocaram alterações nas variáveis PaO2, PaCO2 e do índice PaO2/FiO2.&#13;
Os resultados obtidos sugerem que o posicionamento dos doentes ocasionou variação significativa na PaO2, PaCO2 e índice PaO2/FiO2. Não se obteve diferença significativa destas variáveis com o género e idade. A mudança de posição de decúbito dorsal para decúbito lateral direito levou a um aumento com diferença estatisticamente significativa na PaO2, PaCO2 e índice PaO2/FiO2.&#13;
O que foi possível observar foi que a média das variáveis SaO2, PaO2, PaCO2 e PaO2/FiO2 é maioritariamente superior no decúbito lateral direito e decúbito lateral esquerdo em detrimento do decúbito dorsal.&#13;
Apesar do tamanho reduzido da amostra, os resultados levam-nos a considerar o decúbito lateral como a posição com mais influência na oxigenação e ventilação em doentes com ventilação mecânica, em detrimento do decúbito dorsal. A nível do decúbito lateral parece haver um impacto mais significativo na oxigenação e ventilação nos doentes em decúbito lateral direito.&#13;
&#13;
Com este estudo foi possível perceber importância que a compreensão dos efeitos a curto prazo da posição corporal tem no desenvolvimento de diretrizes que ajudem a melhorar a prática por parte dos enfermeiros de reabilitação. Cabe também a estes evidenciar à restante equipa a importância que a posição corporal pode ter a curto prazo a nível respiratório e consequentemente a diminuição de complicações que impliquem o diminuição do período de internamento.
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Capacidade funcional da pessoa após artroplastia total da anca: contributos de um programa de enfermagem de reabilitação na admissão, segundo dia pós-operatório e alta clínica</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2144</link>
<description>Capacidade funcional da pessoa após artroplastia total da anca: contributos de um programa de enfermagem de reabilitação na admissão, segundo dia pós-operatório e alta clínica
Gomes, Nicole Lamares
O número de pessoas submetidas a artroplastia da anca aumenta anualmente em Portugal e em todo o mundo. A intervenção do Enfermeiro de Reabilitação assume uma relevância particular na recuperação funcional que potencia a independência nos autocuidados.&#13;
Tendo por base estas inquietações, procuramos neste estudo identificar os contributos de um programa de Enfermagem de Reabilitação na dor, amplitude articular, força muscular e nível de independência, na Pessoa submetida a Artroplastia Total da Anca, na admissão, 2º dia pós-operatório e alta. Trata-se de um estudo de natureza quantitativa do tipo descritivo simples.&#13;
Privilegiamos no instrumento de colheita de dados a escala numérica de dor, a goniometria, a escala de força muscular de Research Council, e o Índice Barthel, que foram aplicados a 34 indivíduos submetidos a Artroplastia Total da Anca, internados num serviço de ortopedia de um hospital do distrito do Porto no período de 4 de fevereiro a 18 de maio de 2013.&#13;
Os indivíduos foram submetidos a um programa de Enfermagem de Reabilitação desde a cirurgia até à alta e o instrumento de colheita de dados foi aplicado em três diferentes momentos do internamento, na admissão, 2º dia pós-operatório e alta.&#13;
Os dados obtidos foram tratados estatisticamente através do programa informático Statistical Package for the Social Sciences – IBM®SPSS® for Windows, versão 17.0.&#13;
Salientamos assim, as conclusões que emergiram da análise realizada: existe uma diminuição da independência, entre a admissão e o 2º dia pós-operatório sendo que esta aumenta no dia da alta. O mesmo acontece com a força, flexão e abdução da articulação coxofemoral. No entanto, os valores encontrados para estes parâmetros no momento da  Alta não excedem os encontrados na admissão à exceção da amplitude articular no  movimento de abdução. A dor diminui continuamente desde a admissão até à alta.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2144</guid>
<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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