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<title>Desporto</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/340</link>
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<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 08:26:28 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-09T08:26:28Z</dc:date>
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<title>Motivação e Prática de Atividade Física, no ambiente extraescolar, em Jovens</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2168</link>
<description>Motivação e Prática de Atividade Física, no ambiente extraescolar, em Jovens
Ramos, Renato José Carvalho Pereira Ramos
Atualmente, e muito por causa dos avanços tecnológicos, o homem tem-se tornado cada vez mais um ser sedentário, diminuindo, portanto, o nível de atividade física (AF) regular. A prática da AF traz grandes benefícios para a saúde do ser humano a todos os níveis. Tendo como suporte várias evidências científicas, pode-se afirmar que a prática da AF tem uma contribuição importante para a prevenção de diversos fatores de risco e que por isso, indivíduos que são fisicamente mais ativos podem beneficiar de uma vida melhor e mais longa que indivíduos sedentários.&#13;
&#13;
O objetivo deste estudo é conhecer e analisar o tipo de motivações para a prática de AF em ambiente extraescolar, à luz da teoria da autodeterminação de Deci e Ryan, assim como perceber a relação entre níveis motivacionais e os níveis de atividade física. A amostra consistiu em 163 indivíduos, alunos do 7º, 9º ou 11º ano de escolaridade da Escola Básica e Secundária de Pinheiro, Penafiel. 51 dos indivíduos são alunos do 7º ano, 42 do 9º ano e os restantes 70 do 11º ano. As idades dos alunos vão desde os 12 até aos 20 anos, com uma média por grupo de 12,94 14,84 e 16,71 anos respetivamente.&#13;
&#13;
Para a obtenção da informação necessária à realização do estudo foi aplicado um questionário demográfico, o Behavioural Regulation in Exercise Questionnaire - Versão Portuguesa (Palmeira, et al., 2007) e ainda o IPAQ versão reduzida (Craig et al., 2003).&#13;
 &#13;
Foi possível verificar que os praticantes de AF, independentemente do sexo, idade, ano de escolaridade, possuíam valores superiores de motivação determinada comparando com os sedentários.&#13;
&#13;
Dessa forma é possível concluir que existe uma relação positiva entre os níveis de motivação determinada e a quantidade de prática de AF.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2168</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Motivação e Prática de Atividade Física, no ambiente extraescolar, em Jovens</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2167</link>
<description>Motivação e Prática de Atividade Física, no ambiente extraescolar, em Jovens
Ramos, Renato José Carvalho Pereira
Atualmente, e muito por causa dos avanços tecnológicos, o homem tem-se tornado cada vez mais um ser sedentário, diminuindo, portanto, o nível de atividade física (AF) regular. A prática da AF traz grandes benefícios para a saúde do ser humano a todos os níveis. Tendo como suporte várias evidências científicas, pode-se afirmar que a prática da AF tem uma contribuição importante para a prevenção de diversos fatores de risco e que por isso, indivíduos que são fisicamente mais ativos podem beneficiar de uma vida melhor e mais longa que indivíduos sedentários.&#13;
&#13;
O objetivo deste estudo é conhecer e analisar o tipo de motivações para a prática de AF em ambiente extraescolar, à luz da teoria da autodeterminação de Deci e Ryan, assim como perceber a relação entre níveis motivacionais e os níveis de atividade física. A amostra consistiu em 163 indivíduos, alunos do 7º, 9º ou 11º ano de escolaridade da Escola Básica e Secundária de Pinheiro, Penafiel. 51 dos indivíduos são alunos do 7º ano, 42 do 9º ano e os restantes 70 do 11º ano. As idades dos alunos vão desde os 12 até aos 20 anos, com uma média por grupo de 12,94 14,84 e 16,71 anos respetivamente.&#13;
&#13;
Para a obtenção da informação necessária à realização do estudo foi aplicado um questionário demográfico, o Behavioural Regulation in Exercise Questionnaire - Versão Portuguesa (Palmeira, et al., 2007) e ainda o IPAQ versão reduzida (Craig et al., 2003).&#13;
 &#13;
Foi possível verificar que os praticantes de AF, independentemente do sexo, idade, ano de escolaridade, possuíam valores superiores de motivação determinada comparando com os sedentários.&#13;
&#13;
Dessa forma é possível concluir que existe uma relação positiva entre os níveis de motivação determinada e a quantidade de prática de AF.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2167</guid>
<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da aptidão física e funcional de idosos praticantes de atividade física</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/394</link>
<description>Avaliação da aptidão física e funcional de idosos praticantes de atividade física
Moreira, Tiago Filipe Leal
O aumento da longevidade em Portugal resultou no aumento do número de&#13;
idosos. Consequentemente com o aumento da idade, existe uma diminuição&#13;
das funcionalidades do indivíduo e um maior risco a de problemas associados&#13;
à saúde. Atualmente têm sido desenvolvidos programas de atividade física&#13;
para combater o sedentarismo. A qualidade de vida e a saúde ficam limitados&#13;
com o envelhecimento, desenvolvendo-se diversos problemas a nível físico,&#13;
psicosociais e funcionais. A prática de exercício físico regular traz resultados&#13;
em curtos prazos de tempo e desenvolve diversos benificios para o idoso e&#13;
para a sua saúde.&#13;
O presente estudo teve por base a avaliação da aptidão física e funcional de&#13;
idosos praticantes de exercício físico integrados em dois centros sociais&#13;
distintos e com número de atividades semanais distintas. A amostra consistiu&#13;
na sua totalidade em 43 individuos idosos, 21 indivíduos (75,19±3,64 anos) do&#13;
squais inseridos no Centro Social de Baltar, 12 do sexo masculino e 9 do sexo&#13;
feminino praticavam atividades duas vezes por semana, e 22 individuos&#13;
(69,53±3,59 anos) inseridos no Centro Social de Gandra, 15 do sexo&#13;
masculino e 7 do sexo femino praticavam atividades quatro vezes por semana.&#13;
Para tal recorreu-se a bateria de testes Funcional Fitness Test (Rikli &amp; JonesC.,&#13;
1999) para a obtenção dos resultados acerca da funcionalidade corporal e&#13;
autonomia do idoso e para a comparação com o número de atividade semanal&#13;
entre os dois centros. Foi também aplicado o Questionário SF-36 para a&#13;
caracterização do estado de saude do próprio idoso e a comparação entre os&#13;
dois centros e entre o sexo dentro de cada centro. Com o objetivo de verificar&#13;
se a prática de atividade física afeta o condicionamento e a capacidade física&#13;
constatou-se que os idosos praticantes de exercício quatro vezes por semana&#13;
apresentam melhores resultados em relação aos idosos que praticam atividade&#13;
física duas vezes por semana. Concluimos que quanto maior for a prática de&#13;
exercício físico, maior será a capacidade física e mais os benifícios para a&#13;
saúde do idosos no seu dia-a-dia.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/394</guid>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito agudo da crioterapia na miopatia do exercício: o efeito da imersão em água fria nos indicadores indirectos de lesão induzido por exercício excêntrico e inabitual, no músculo quadricípite</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/392</link>
<description>Efeito agudo da crioterapia na miopatia do exercício: o efeito da imersão em água fria nos indicadores indirectos de lesão induzido por exercício excêntrico e inabitual, no músculo quadricípite
Fernandes, Manuel Rui de Resende Franco
Apesar do exercício físico ser comumente aceite como um benefício&#13;
para a saúde, está claramente descrito que quando intenso e/ou inabitual&#13;
constitui uma agressão para os músculos esqueléticos, pois induz uma série de&#13;
perturbações morfológicas, bioquímicas e funcionais das quais resultam uma&#13;
série de sinais e sintomas comumente designados de “miopatia do exercício”&#13;
(MEx). A MEx é caracterizada pela dor muscular, diminuição da força muscular,&#13;
edema dos grupos musculares exercitados, diminuição da amplitude articular e&#13;
elevação sanguínea de algumas proteínas musculares.&#13;
O objectivo do nosso estudo foi avaliar de que forma a imersão em água&#13;
fria (IAF) aplicada imediatamente após a realização de um protocolo de&#13;
exercício físico excêntrico, poderá influenciar a performance ao nível da força&#13;
máxima e da sensação retardada de desconforto muscular (SRDM) no músculo&#13;
quadricípite.&#13;
Um protocolo de indução de lesão muscular foi aplicado a 16 indivíduos&#13;
distribuídos por dois grupos (grupo de controlo (G1) e grupo experimental&#13;
(G2)). Foram avaliados, imediatamente após, às 24h, 48h, 72h e às 96h, os&#13;
marcadores indirectos de lesão: perimetria muscular do quadricípite, força&#13;
máxima e desconforto dos músculos extensores do joelho. Os elementos do&#13;
grupo experimental imediatamente após o protocolo de indução de lesão&#13;
muscular realizaram uma sessão de imersão em água fria nos músculos dos&#13;
membros inferiores.&#13;
Apesar do protocolo de exercício aplicado ser eficaz a provocar a MEx&#13;
podemos concluir que a IAF não demonstrou trazer vantagens com valor&#13;
significativo para a força máxima isométrica (FMI). No entanto, o grupo&#13;
experimental às 96h apresentou uma FMI igual aos valores iniciais, enquanto o&#13;
grupo que não realizou a IAF não. Ao nível da SRDM (avaliada por uma escala&#13;
visual analógica) a IAF parece demonstrar melhorias às 24h e às 96h, tendo o&#13;
grupo experimental valores menores.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/392</guid>
<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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