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<title>Neuropsicologia Clínica</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/51</link>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:04:38 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-03-20T12:04:38Z</dc:date>
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<title>Funcionamento neurognitivo e qualidade de sono após síndroma coronária aguda. Caracterização e fatores influenciadores numa amostra de pacientes em programa de reabilitação cardíaca de base hospitalar</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2744</link>
<description>Funcionamento neurognitivo e qualidade de sono após síndroma coronária aguda. Caracterização e fatores influenciadores numa amostra de pacientes em programa de reabilitação cardíaca de base hospitalar
Silva, Muriela Alexandrina Oliveira da
O sono tem um papel primordial na qualidade de vida do ser humano, mas mais importante do que isso é uma necessidade básica, inerente a qualquer indivíduo. Com os passar das décadas, a ciência debruçou-se em vários estudos na tentativa de compreender este fenómeno, bem como as consequências da sua falta na vida e no quotidiano do indivíduo. A comunidade científica realizou investigações nos mais diversos ramos ligados ás consequências diretas e indiretas da privação do sono, na tentativa de compreender as correlações fisiológicas e anatómicas entre a atividade cerebral e a privação de sono, e dar resposta a uma sociedade cada vez mais frenética. Hoje em dia são várias as disciplinas dedicadas ao seu estudo, desde a neurologia, a pneumologia, as neurociências, a psiquiatria, a otorrinolaringologia, a anatomia, a fisiologia, a endocrinologia, a genética, a epidemiologia, a imunologia às ciências ambientais (Harding &amp; Hawkins, 2001; Colten &amp; Altevogt, 2006). À medida que esta complementaridade veio impulsionando o avanço e estruturação do conhecimento científico do sono, tornando-a assim, numa área de conhecimento multidisciplinar (Harding &amp; Hawkins, 2001), a necessidade da criação de uma disciplina científica que se debruçasse exclusivamente sobre o sono e os seus distúrbios começou-se a fazer sentir (Shepard et al., 2005). Contudo, apesar de todas as investigações levadas a cabo neste âmbito, continuam a surgir diariamente, necessidades e limitações às quais ainda não somos capazes de dar resposta.&#13;
A presente dissertação tem como principal objetivo a obtenção do grau de Mestre em&#13;
&#13;
Psicologia da Saúde e Neuropsicologia, inserindo-se no âmbito da unidade curricular do Instituto de Investigação e Formação Avançada em Ciências e Tecnologias da Saúde – IINFACTS, do 2º ano de Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia, sendo esta realizada sob a orientação do Prof. Doutor Luís Monteiro. Tem como título principal Privação de Sono, Tomada de Decisão e Inteligência Emocional.&#13;
Esta dissertação consiste na realização de um artigo para submissão e publicação subordinado ao tema: Privação de Sono, Tomada de Decisão e Inteligência Emocional
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Privação de sono, tomada de decisão e inteligência emocional</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2743</link>
<description>Privação de sono, tomada de decisão e inteligência emocional
Rodrigues, Verónica Sofia Pinto
O sono tem um papel primordial na qualidade de vida do ser humano, mas mais importante do que isso é uma necessidade básica, inerente a qualquer indivíduo. Com os passar das décadas, a ciência debruçou-se em vários estudos na tentativa de compreender este fenómeno, bem como as consequências da sua falta na vida e no quotidiano do indivíduo. A comunidade científica realizou investigações nos mais diversos ramos ligados ás consequências diretas e indiretas da privação do sono, na tentativa de compreender as correlações fisiológicas e anatómicas entre a atividade cerebral e a privação de sono, e dar resposta a uma sociedade cada vez mais frenética. Hoje em dia são várias as disciplinas dedicadas ao seu estudo, desde a neurologia, a pneumologia, as neurociências, a psiquiatria, a otorrinolaringologia, a anatomia, a fisiologia, a endocrinologia, a genética, a epidemiologia, a imunologia às ciências ambientais (Harding &amp; Hawkins, 2001; Colten &amp; Altevogt, 2006). À medida que esta complementaridade veio impulsionando o avanço e estruturação do conhecimento científico do sono, tornando-a assim, numa área de conhecimento multidisciplinar (Harding &amp; Hawkins, 2001), a necessidade da criação de uma disciplina científica que se debruçasse exclusivamente sobre o sono e os seus distúrbios começou-se a fazer sentir (Shepard et al., 2005). Contudo, apesar de todas as investigações levadas a cabo neste âmbito, continuam a surgir diariamente, necessidades e limitações às quais ainda não somos capazes de dar resposta.&#13;
A presente dissertação tem como principal objetivo a obtenção do grau de Mestre em&#13;
&#13;
Psicologia da Saúde e Neuropsicologia, inserindo-se no âmbito da unidade curricular do Instituto de Investigação e Formação Avançada em Ciências e Tecnologias da Saúde – IINFACTS, do 2º ano de Mestrado em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia, sendo esta realizada sob a orientação do Prof. Doutor Luís Monteiro. Tem como título principal Privação de Sono, Tomada de Decisão e Inteligência Emocional.&#13;
Esta dissertação consiste na realização de um artigo para submissão e publicação subordinado ao tema: Privação de Sono, Tomada de Decisão e Inteligência Emocional
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<pubDate>Fri, 03 Mar 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2743</guid>
<dc:date>2017-03-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação ecológica das funções executivas nas perturbações de ansiedade</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2742</link>
<description>Avaliação ecológica das funções executivas nas perturbações de ansiedade
Ferreira, Flávia Dias
A literatura especializada afirma que a ansiedade pode interferir na cognição, particularmente em processos cognitivos complexos como aqueles que se encontram relacionados com o funcionamento executivo. Estudos neuropsicológicos no âmbito das perturbações de ansiedade têm vindo a confirmar a presença de défices nas funções executivas, com alterações significativas nas suas várias componentes. O principal objetivo deste estudo foi comparar o funcionamento executivo de uma amostra da população com perturbações de ansiedade com um grupo de controlo, utilizando um instrumento que se diferencia dos demais pela sua elevada validade ecológica, revelando assim um maior poder preditivo da afetação nas tarefas diárias. Além disso, pretendemos ainda verificar se existe uma variação no desempenho executivo em função da severidade da sintomatologia ansiosa. Material e Métodos: Este estudo incluiu 60 participantes de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 53 anos, dos quais 30 participantes com perturbação de ansiedade pertencem ao grupo experimental (M=31.93; DP=10.99) e 30 ao grupo de controlo (M=29.63; DP=9.07). Para avaliar os sintomas de ansiedade e as funções executivas utilizamos o Beck Anxiety Inventory (BAI) e a Behavioural Assessment of the Dysexecutive Syndrome (BADS), respetivamente. Resultados: Verificamos que participantes com perturbação de ansiedade apresentam um comprometimento significativo no funcionamento executivo em geral comparativamente com o grupo de controlo. Verificamos alterações significativas nomeadamente em tarefas referentes ao controlo inibitório, conceção de estratégias de ação de acordo com a funcionalidade e probabilidade de sucesso, capacidade de prever ou estimar e de planeamento da ação; necessitando de significativamente mais tempo para concretizar toda a prova. Apuramos ainda que a ansiedade severa é acompanhada por piores resultados no desempenho executivo. Conclusões: Indivíduos com perturbação de ansiedade apresentam um comprometimento significativo no seu funcionamento executivo em geral, que se reflete em atividades do quotidiano
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<pubDate>Fri, 03 Mar 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2742</guid>
<dc:date>2017-03-03T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Funcionamento executivo, controlo inibitório, tomada de decisão e coping numa amostra de pacientes deprimidos suicidas</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11816/2161</link>
<description>Funcionamento executivo, controlo inibitório, tomada de decisão e coping numa amostra de pacientes deprimidos suicidas
Medeiros, Tiago Emanuel Resende
O suicídio tem sido associado a diversos factores de risco, envolvendo a depressão, coping desadaptativo, e disfunção neuropsicológica. Este estudo objectivou avaliar as orientações para o coping, funcionamento executivo, atencional e tomada de decisão em pacientes suicidas. Pacientes &amp; Métodos: Foram seleccionados dois grupos: 30 pacientes deprimidos sem, e 32 pacientes deprimidos com historiai de tentativa de suicídio. Foram aplicadas as escalas Beck Depression Inventory e COPE-Inventory, e os testes neuropsicológicos Wisconsin Card Sorting Test, Stroop, e um teste semelhante ao lowa Gambling Task. Resultados: Os resultados apontam para um maior nível de disfunção executiva, controlo mental, e tomada de decisão junto do grupo suicida, aliada a uma menor orientação para as estratégias de coping activo/reflexívo, humor, e significação positiva.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11816/2161</guid>
<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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