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O Papel dos Fatores Psicossociais na Adesão a um Programa de Reabilitação Cardiovascular em Pacientes Pós-Enfarte Agudo do Miocárdio

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Dissertação de mestrado (890.0Kb)
Fecha
2025
Autor
Ferreira, Ângela Margarida Pedrosa
Metadatos
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Resumen
Introdução: A reabilitação cardiovascular (RC) é uma intervenção multidisciplinar fundamental na recuperação de doentes após eventos cardíacos, como o enfarte agudo do miocárdio (EAM). Apesar das evidências dos seus benefícios na redução da morbilidade e mortalidade, a adesão aos Programas de Reabilitação Cardiovascular (PRCV) continua a ser subótima. Os fatores psicossociais, incluindo a perceção da doença, os estilos de coping e os comportamentos associados ao estilo de vida, têm sido identificados como determinantes críticos da adesão. Compreender estes fatores é essencial para desenvolver estratégias de intervenção mais eficazes e centradas nos pacientes. Objetivo: Explorar o papel dos fatores psicossociais na adesão a um programa de reabilitação cardiovascular em doentes pós EAM. Especificamente, o estudo pretende: (1) descrever e caracterizar os fatores psicossociais e o nível de adesão ao programa de reabilitação cardiovascular em doentes pós EAM; (2) analisar as diferenças nos níveis de adesão com base em variáveis sociodemográficas e clínicas dos doentes; e (3) investigar a existência de associações entre os fatores psicossociais e a adesão ao programa de reabilitação cardiovascular, incluindo a identificação de elementos-chave que influenciem a adesão. Método: Este estudo adotou uma abordagem quantitativa com um delineamento descritivo. A amostra foi composta por 55 participantes portugueses, com idades entre os 36 e os 79 anos. A recolha de dados foi realizada através de um Questionário Sociodemográfico, do Brief Illness Perception Questionnaire (BIPQ), do Brief COPE e de uma Escala de Estilos de Vida. Resultados: Os resultados indicaram que a perceção de controlo pessoal sobre a doença foi estatisticamente superior entre os participantes que aderiram ao PRCV (p = .005, d = .78). A prática regular de exercício físico antes do enfarte revelou uma associação estatisticamente significativa com a adesão ao programa (χ²(1) = 5.357; p = .021; V = .312). Adicionalmente, as mulheres apresentaram pontuações significativamente superiores no estilo de vida comparativamente com os homens (p = .002, d = 1.179). Outras variáveis sociodemográficas, estilos de coping e fatores de estilo de vida não demonstraram diferenças estatisticamente significativas relativamente à adesão. Conclusão: A perceção de controlo pessoal sobre a doença e a prática regular de exercício físico antes do EAM foram identificadas como fatores estatisticamente significativos para a adesão ao PRCV. A diferença significativa nos comportamentos de estilo de vida entre homens e mulheres sublinha a importância de considerar variáveis sociodemográficas na personalização das intervenções. A ausência de associações relevantes com outros fatores psicossociais sugere que a adesão é influenciada por múltiplos determinantes complexos.
 
Introduction: Cardiovascular rehabilitation (CR) is a key multidisciplinary intervention in patient recovery after cardiac events such as acute myocardial infarction (AMI). Despite evidence of its benefits in reducing morbidity and mortality, adherence to Cardiovascular rehabilitation programmes remains suboptimal. Psychosocial factors, including illness perception, coping styles, and lifestyle behaviours, have been identified as critical determinants of adherence. Understanding these factors is essential to develop more effective, patient-centred intervention strategies. Aim: Explore the role of psychosocial factors in adherence to a cardiac rehabilitation programme among post-acute myocardial infarction patients. Specifically, the study aims to: (1) describe and characterise psychosocial factors and the level of adherence to the cardiovascular rehabilitation programme in post-AMI patients; (2) analyse the differences in adherence levels based on patients’ sociodemographic and clinical variables; and (3) investigate the existence of associations between psychosocial factors and adherence to the cardiac rehabilitation programme, including the identification of key elements influencing programme adherence. Method: This study adopted a quantitative approach with a descriptive design. The sample consisted of 55 Portuguese participants, aged between 36 and 79 years. Data were collected using a Sociodemographic Questionnaire, the Brief Illness Perception Questionnaire (BIPQ), the Brief COPE, and a Lifestyle Scale. Results: The results indicated that personal control perception over the illness was statistically significantly higher among participants who adhered to the cardiac rehabilitation program (p = .005, d = 0.78). Regular physical exercise prior to the infarction showed a statistically significant association with program adherence (χ² (1) = 5.357; p = .021; V = 0.312). Additionally, women reported statistically significantly better lifestyle scores than men (p = .002, d = 1.179). Other sociodemographic variables, coping styles, and lifestyle factors did not demonstrate statistically significant differences regarding program adherence. Conclusion: Personal control perception over the illness and regular physical exercise prior to the infarction were identified as statistically significant factors for adherence to the cardiac rehabilitation program. The significant difference in lifestyle behaviours between men and women highlights the need to consider sociodemographic variables in the personalization of interventions. The lack of relevant associations in other psychosocial factors suggests that adherence is influenced by multiple complex determinants.
 
URI
http://hdl.handle.net/20.500.11816/4964
Colecciones
  • Psicologia da Saúde e Neuropsicologia

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