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Frailty, Loneliness, Depression and Cognition in Older Adults : An Exploratory Study

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Dissertação de mestrado (1.088Mb)
Data
2025
Autor
Alfonsi, Héléna Marie Maeva
Metadata
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Resumo
Introdução: A população mundial está a envelhecer rapidamente, aumentando a necessidade de compreender melhor a fragilidade, a fim de desenvolver intervenções eficientes para proporcionar cuidados de alta qualidade e melhor qualidade de vida aos idosos. O presente estudo tem como objetivo caracterizar a fragilidade, a sua prevalência e relações com variáveis cardiovasculares, depressão, solidão e funcionamento neurocognitivo, e determinar as variáveis preditivas da fragilidade entre idosos. Método: 52 participantes com mais de 60 anos foram avaliados seguindo o mesmo protocolo, utilizando: o Fenótipo de Fried para obter o nível de fragilidade, o Addenbrooke Cognitive Examination-III para determinação do funcionamento neurocognitivo, a Escala de Depressão Geriátrica para avaliar a depressão, a Echelle de Solitude de l'Université de l'Aval para avaliar a solidão e o algoritmo U-prevent para avaliar os fatores de risco cardiovasculares. Resultados: A prevalência de fragilidade neste estudo é de 42,6%. O fenótipo de fragilidade está significativamente associado à depressão, solidão e ao comprometimento neurocognitivo. A fragilidade está relacionada ao declínio da memória e os participantes frágeis apresentaram desempenho cognitivo geral inferior em comparação com os pré-frágeis e os não frágeis. O modelo preditivo obtido inclui a depressão e o número de condições clínicas como preditores de fragilidade, explicando 46% da variância. Conclusões: Este estudo destaca a necessidade de fornecer uma avaliação sistemática e precoce da fragilidade por meio de uma abordagem multidimensional. Especialmente para pessoas que apresentem várias condições clínicas e/ou com sintomatologia depressiva, a fim de fornecer intervenções eficientes para prevenir o aparecimento da fragilidade.
 
Introduction: The worldwide population is aging faster raising the need to better understand frailty in order to develop efficient intervention to provide high quality care and better quality of life for older adults. The present study aims to characterize frailty, its prevalence and relations with cardiovascular variables, depression, loneliness and neurocognitive functioning and to determine the predictive variables of frailty among older adults. Method: 52 participants above 60 years old were assessed following the same protocol using: the Fried Phenotype to obtain the level of frailty, the Addenbrooke Cognitive Examination-III to determine neurocognitive functioning, the Geriatric Depression Scale to assess depression, the Echelle de Solitude de l’Université de l’Aval (ESUL) to assess loneliness and the U-prevent algorithm to assess cardiovascular risk factors. Results: The prevalence of Frailty in this study represents 42.6% of our sample. Frailty phenotype was significantly associated with depression, loneliness and neurocognitive impairment. Fragility is related to memory decline and frail older adults presented lower overall cognitive performances compared to pre-frail and without frailty. The predictive model obtained includes depression and the number of clinical conditions as predictors of frailty, explaining 46% of the variance. Conclusions: This study highlights the need to provide systematic and early assessment of frailty through a multidimensional approach. Especially for older adults presenting several clinical conditions and/or with depressive symptomatology in order to provide efficient interventions to prevent the onset of frailty.
 
URI
http://hdl.handle.net/20.500.11816/4966
Collections
  • Psicologia da Saúde e Neuropsicologia

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