• English
    • português
    • français
    • português (Brasil)
    • español
    • italiano
  • português (Brasil) 
    • English
    • português
    • français
    • português (Brasil)
    • español
    • italiano
  • Entrar
Ver item 
  •   Página inicial
  • Instituto Universitário de Ciências da Saúde
  • Ciências Farmacêuticas
  • Ciências Farmacêuticas
  • Ver item
  •   Página inicial
  • Instituto Universitário de Ciências da Saúde
  • Ciências Farmacêuticas
  • Ciências Farmacêuticas
  • Ver item
JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

Efeito dos Polifenóis do Chá Verde na Modulação do Stress Oxidativo em Modelos de Doença de Alzheimer

Thumbnail
Visualizar/Abrir
Dissertação de mestrado (1.528Mb)
Data
2026
Autor
Bakouri, Sara
Metadata
Mostrar registro completo
Resumo
A doença de Alzheimer (DA) é a doença neurodegenerativa mais comum associada a demência, sendo neuropatologicamente caracterizada por deposição de beta-amilóide (Aβ), fosforilação tau anormal, neuroinflamação crónica e disfunção mitocondrial. O stress oxidativo (SO) é o mecanismo comum desses processos. O cérebro é particularmente vulnerável ao stress oxidativo devido ao seu elevado consumo de oxigénio, à abundância de lípidos poli-insaturados nas membranas neuronais e a uma capacidade antioxidante relativamente limitada. O stress oxidativo assume, assim, um papel central na fisiopatologia da DA, não apenas como consequência do processo neurodegenerativo, mas como um fator ativo que amplifica a disfunção mitocondrial, a inflamação crónica e a perda neuronal progressiva. A presente revisão analisa criticamente a literatura sobre polifenóis de chá verde (incluindo epigalocatequina-3-galato (EGCG)) e SO com relação aos dados in vitro , in vivo e clínicos na DA. Em modelos pré-clínicos, o EGCG apresenta vários mecanismos de ação : 1) Eliminação direta de espécies reativas de oxigénio (ERO) 2) Ativação de vias antioxidantes endógenas, nomeadamente Nrf2/ARE, 3) inibição de vias pró-inflamatórias, como NF-κ B, 4) Modulação de vias de sinalização celular, incluindo PI3K/Akt e AMPK, 5) Indução de processos autofágicos associados à remoção de proteínas mal conformadas (reduz a agregação de Aβ e tau.) Estes efeitos moleculares têm sido associados a diminuição do dano oxidativo, declínio na neuroinflamação e melhoria do desempenho cognitivo de modelos animais. No entanto, os dados clínicos são limitados, baseados em estudos de pequena dimensão e não homogéneos. Os principais obstáculos translacionais estão relacionados com a baixa biodisponibilidade oral, metabolismo hepático rápido e má penetração através da barreira hematoencefálica, o que pode contribuir para os resultados heterogéneos da evidência clínica. A evidência científica sugere que o EGCG pode ser considerado um potencial agente terapêutico neuroprotetor multialvo com aplicações de tradução, mas inovações farmacêuticas (nano formulações, sistemas de transporte lipossomais, entrega trans-BHE direcionada), ensaios clínicos rigorosos em larga escala e biomarcadores validados de SO e neuroinflamação, são essencialmente necessários para melhorar o sucesso dos ensaios clínicos. Estratégias de intervenção combinadas, integrando o EGCG com outros compostos bioativos, modificações no estilo de vida e abordagens preventivas precoces; parecem mais promissoras do que a monoterapia. Do ponto de vista das ciências farmacêuticas, estes resultados apoiam o papel no aconselhamento ao doente, avaliação da segurança, desenvolvimento de formulações e investigação translacional multidisciplinar.
URI
http://hdl.handle.net/20.500.11816/5019
Collections
  • Ciências Farmacêuticas

DSpace software copyright © 2002-2015  DuraSpace
Entre em contato | Deixe sua opinião
CESPU CRL
 

 

Navegar

Todo o repositórioComunidades e ColeçõesPor data do documentoAutoresTítulosAssuntosEsta coleçãoPor data do documentoAutoresTítulosAssuntos

Minha conta

EntrarCadastro

DSpace software copyright © 2002-2015  DuraSpace
Entre em contato | Deixe sua opinião
CESPU CRL